Mas não basta estudar, ter um doutoramento, saber inglês. É preciso ter um diferencial em relação aos outros. A formação técnica é essencial, mas manifestamente insuficiente para chegar lá.
Outro mito que tem vindo a cair por terra é aquele que diz que boas notas na escola significam, à partida, sucesso profissional. Uma pesquisa da conceituada universidade de Harvard prova que não. A instituição analisou o destino dos melhores e dos piores alunos que frequentaram a escola há duas décadas. A conclusão foi a seguinte: muitos dos alunos com as piores notas estavam bem posicionados na carreira. O inverso aconteceu com a equipa dos melhores classificados.
Quer tenha sido um bom aluno ou um «baldas» na faculdade, é hora de iniciar a fantástica aventura em busca daquilo que o move para a frente e o torna fraco ou forte. Na era do conhecimento, o mais importante é o autoconhecimento. É importante fazer o exercício de onde se quer estar daqui a dez anos. Isso é um processo solitário. Faz-se sozinho, em busca dos próprios caminhos.
De facto, há pessoas que vivem consigo próprias toda a vida e que morrem sem se terem conhecido. Quem não sabe para onde vai, não chega a lugar algum. Há por aí muita gente que tem mestrados – e pós-graduações e doutoramentos – e não sabem o que querem da vida. Se pudessemos recomendar apenas uma coisa, diriamos: gastem dinheiro a conhecer-se.
Ao procurar um curso – seja ele qual for – tenha em mente a seguinte reflexão: a formação deve ensinar formas de se alcançar mais eficiência no trabalho, mas sobretudo deve ensinar para a vida. Um exemplo? Se alguém quiser tirar um curso de culinária, avance. Além do prazer imediato, isso pode ser útil para a vida profissional e ajudar ao trabalho de equipa. Aprender é uma postura para o futuro, não um diploma para embelezar a parede.*****
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