domingo, 30 de setembro de 2012

Borboletas...



Não me importa!!! 
Podem ir embora, não corro atrás de vocês.
Eu fico aqui a cuidar do meu jardim.

sábado, 29 de setembro de 2012

"Homem de Lugar Nenhum"

Alguém me disse hoje que gostaria de fugir para outro planeta.
Fiquei intrigado e, ao mesmo tempo,  apreensivo.

Costumava dizer que "sou um homem do mundo".
Hoje, com todas as atribulações deste mundo, sinto que sou
"Um Homem de Lugar Nenhum"


Ele é um verdadeiro Homem de lugar nenhum
Sentado em sua terra em lugar nenhum,
Fazendo todos os seus planos para lugar nenhum,
para ninguém.

Não possui um ponto de vista,
Não sabe para onde está indo,
Ele não é um pouco como você e eu?

Homem de lugar nenhum, por favor, ouça,
Você não sabe o que está perdendo,
Homem de lugar nenhum, o mundo está ao seu comando.

Ele é tão cego quanto pode ser,
Só vê o que quer ver,
Homem de lugar nenhum, você pode me ver?

Homem de lugar nenhum, não se preocupe,
Faça as coisas no seu devido tempo, não se apresse,
Deixe tudo até que alguém
lhe dê uma mão.

Não possui um ponto de vista,
Não sabe para onde está indo,
Ele não é um pouco como você e eu?

Homem de lugar nenhum, por favor, ouça,
Você não sabe o que está perdendo,
Homem de lugar nenhum, o mundo está ao seu comando.

Ele é um verdadeiro Homem de lugar nenhum,
Sentado em sua terra em lugar nenhum,
Fazendo todos os seus planos para lugar nenhum,
para ninguém.


Tradução da música “Nowhere Man”, dos Beatles 
Tradutor: João Luís de Almeida Machado



Ouvir o vídeo no YouTube:
»»  http://www.youtube.com/watch?v=nVGm0A6DYM 

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Hoje acordei assim...


» Tentando abolir dos meus pensamentos algumas situações...
» Tentando libertar-me da escravidão, corporalmente 

mental , de certas sensações...
» Tentando livrar-me das "minhas culpas"...


E... encontrei isto no fundo do baú:


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Uma boa dieta ... para o "regime"

Além de ser imperioso cortar no número de deputados...


... o emagrecimento das "gorduras" do Estado 
poderia vir, também, a ser como se segue:
...
Alteração da Constituição de Portugal para 2012, já em marcha!
Pensam que poderá ser uma ideia interessante?
Se sim, muito bem, toca a actuar.
Se não, paciência, não façam nada.
  
Alice Carvalheira R. Borges
Universidade de Lisboa  - Serviços de Acção Social                                    
Gabinete Jurídico            Tel.  21 781 74 40 Ext. 305                    
E-mail; alice.borges@sas.ul.pt   

Assunto: Alteração da Constituição de Portugal para 2012

       Peço a cada destinatário deste e-mail que o envie a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de contactos, e por sua vez, peça a cada um deles que faça o mesmo.

Em três dias, a maioria dos portugueses lerá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e revista por todos os cidadãos.

         Alteração da Constituição de Portugal para 2012 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:

     1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.

     2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos.

Todos os deputados ( Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente. O deputado irá participar nos benefícios do regime da S. Social exactamente como todos os outros cidadãos. O fundo de pensões não pode ser usado  para qualquer outra finalidade. Não haverá privilégios exclusivos.

    3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira.

    4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.

     5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde actual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.

     6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses

    7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e então irem para casa e procurar outro emprego.

        O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional.
        Assim é como se pode  CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

      Se você concorda com o acima exposto, ENTÃO VÁ PARA A FRENTE.
Se não, PODE DESCARTÁ-LO.
      Você é um dos meus 20 contactos.
      Por favor, mantenha ISTO A CIRCULAR. 

Quando a simplicidade se torna beleza...

Dia Mundial do Turismo

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Tristezas do Samba...

Há doze anos o "samba" ficou mais "triste"...

De coração despido...




‎"Ante o frio,
faz com o coração
o contrário do que fazes com o corpo:
despe-o.
Quanto mais nu,
mais ele encontrará
o único agasalho possível:
um outro coração"


(Mia Couto, in A Chuva Pasmada)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O homem que plantava árvores...


Nesta minha vida, de certo modo já avançada e com algumas lacunas,
tenho me esquecido de resolver uma delas:

***** PLANTAR AS MINHAS ÁRVORES *****

##########                                           ##########

Esta animação, abaixo,  delicada e única, vencedora do OSCAR® 
de filme curto de animação, é um tributo ao trabalho árduo e à paciência.

Conta a história de um homem bom e simples, um pastor que, 

em total sintonia com a natureza, faz crescer uma floresta onde 
antes era uma região árida e inóspita. 
As sementes por ele plantadas representam a esperança de que 
podemos deixar para trás um mundo mais belo e promissor do que 
aquele que herdamos.

sábado, 22 de setembro de 2012

Um santo casamenteiro...

(S. Gonçalo de Amarante)


Rapariga solteira que venha às festas de São Gonçalo e não entre na igreja para puxar no cordão do santo corre o risco de nunca casar! 
*****
«Há bem poucos dias, o sacristão da Igreja de São Gonçalo, o nosso Manuel, triste e desapontado, dava-me conta de que um certo devoto, em desespero de causa, puxou a corda do São Gonçalo, com tal veemência, que o arrastou do seu pedestal para o chão… São Gonçalo até pode dar-nos um jeitinho, na superação do instinto até à elevação do amor, se em vez da força ousarmos um pouco mais de imaginação.»
*****
S. Gonçalo de Amarante é popularmente conhecido como casamenteiro das velhas. De um protesto da juventude nortenha que se julga preterida por este santo, nasceu a seguinte quadra popular: 

S. Gonçalo de Amarante,
Casamenteiro das velhas,
Porque não casas as novas?
Que mal te fizeram elas?

Contemos agora a lenda que tanto o popularizou. Aqui

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Nos outonos da vida...

(Imagem: Google)


À espera de um Outono

Há uma fenda aberta neste coração doente 
Que o faz definhar  como um Sol poente 
Vagarosamente, dolorosamente ...
Há pedaços  espalhados para todos os lados 
Busco constantemente minh' alma em meio aos resquícios
Perdida , abandonada , fria ... 
Não há um sonho  de amor que  inebria
Esse triste ser , solitário,descrente , ferido 
São tantos os fardos cruéis que o  têm coagido 
Que ele perdeu sua essência com o vento a carregar poeira 
Talvez não haja mais  ser no mundo que ainda o queira
Esse buraco negro  que espatifa o âmago 
Reverte sonhos em pesadelos 
Embrulha o estomago 
Ah se houvesse meio de desfazê-lo !
Tantos males , tantas decepções ... 
Um coração que pulsava entra em coma outra vez 
Onde um inverno sombrio engole os verões 
E primaveras que o floriram  em um conto de  "Era uma vez"
A esperança fraca se encontra lá ... 
Quando as primeiras folhas de outono caírem 
O coração sequelado esperando ficará 
Seus males e  traumas  partirem .
Junto as folhas  secas  jazidas no chão 
O amor antigo finado permanecerá e então 
Um novo há  de surgir  para a salvação 
De um já tão machucado e amargurado coração.
Se ainda acredito que esse outono é a cura da alma 
Ainda tenho forças  para manter a  fraca  calma 
O fim há de chegar sem me derrubar tão bruscamente 
E coragem terei para  seguir  em frente.
Este desfecho que tarda já  é  tão evidente ... 
Ah, minha estação da cura, devo esperar a tua chegada 
Sei que um dia , quando tu partires, haverá outra primavera amada.
Ah coração , talvez não estejas tão mal quanto pareças. 
Uma vez magoado , com essa ferida  estás acostumado 
Logo, é  só permitir  que não  te  esqueças 
Que  qualquer  fardo pode e será  superado .
O  outono , sim ... O outono virá ampará-lo !
(Luciana Cascardo - Outº 2010)


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

É preciso...

(Imagem: Outonos)


"Eu preciso muito deixar acontecer o momento da renovação, 
trocar de pele, mudar de cor.
Tenho sentido necessidades do novo, não importa o quê, 
mas que seja novo, nem que sejam os problemas.
Preciso deixar a casa vazia para receber a nova mobília.
Fazer a faxina da mente, da alma, do corpo e do coração.
Demolir as ruínas e construir qualquer coisa nova, 
quem sabe um castelo.”

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Necessidades... cada vez mais; Liberdade... muito pouca.

(Imagem: Derek Lea)

AGORA ESCREVO (excerto)

[...]

E o amor,
Não o que destrói, o que não é amor,
Não a fúria dos corpos quando trocam
Desespero por desespero,
Não a suprema tristeza de existir,
A obscena arte de viver,
A ciência de não dar e receber,
Mas o amor que se traduz
Pela bondade, a confiança,
A pureza, a fraternidade,
A força de viver, de triunfar da morte,
De triunfar da sorte,
A vertigem de conhecer
Necessidade e liberdade!

[...]


ALEXANDRE O'NEILL, in NO REINO DA DINAMARCA (1958), in POESIAS COMPLETAS 1951/1986 (INCM, 3ª ed. , 1995)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Orgulhosamente sós...



Difícil

‎......Difícil , mas necessito !......
......É difícil, muito difícil,
Eu preciso aprender a Amar!
Eu preciso aprender a escutar, escutar
com os olhos e ouvidos,
Escutar com os olhos da'lma e
com todos os meus sentidos;
Ouvir, quando o meu coração
me diz que necessito amar,
cada dia mais !
Deixar de lado 
minha solidão disfarçada e
minha insegurança disciplinada.
O Amor, perdoa;
Lança fora as mágoas,
Faz nascer a esperança.
Tenho que colocar de lado
meus rancores, meu orgulho,
- minha ambição 
e tudo que possa impedir-me de desejar 
a Felicidade do Meu Próximo 

(Neyse Fernandes)

*****

"Todos vivemos sob o mesmo céu, mas ninguém tem o mesmo horizonte! "
( Konrad Adenauer )

sábado, 15 de setembro de 2012

Se não fôr à luta... você merece...

Cá ... como lá:

Proibido proibir...




É Proibido

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.


(Desconheço autor)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Nunca é tarde...



Aprende que, com a mesma severidade com que julga, 
você será em algum momento condenado. 
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. 
E você aprende que realmente pode suportar... 
que realmente é forte, 
e que pode ir muito mais longe 
depois de pensar que não se pode mais. 
E que realmente a vida tem valor 
e que você tem valor diante da vida.

(William Shakespeare)




terça-feira, 11 de setembro de 2012

Frente Atlântica...



Eu te respiro na luz imprecisa deste mar
na lâmina deste céu turvo e espantado
porque estou todo em rumor de abismo
e me esgarço em tuas sementes e novelos
e o tempo e o fuso e o limiar e a fortuna
se acirram na quimera frágil do teu nome

p.s. “Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo” 

(Assis Freitas)

E se... de repente


"E, de repente, alguém te encontra.
  E te reencontra.
  Te reinventa.
  Te reencanta.
  Te recomeça.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Recomeçar...


REINVENTANDO-ME
A Ricardo Ghelman

Como a ave mitológica,
cada dia renasço
das próprias cinzas.
Reinvento o calendário
para rea(s)cender a minha vida.
Velho dilema:
se cruzo os braços, fracasso;
se avanço o semáforo, desapareço.

Mas não sei se continuo
como Sísifo sem sua
doida roda-viva:;
ora pedra sobre os escombros
de mim mesmo,
ora aclive ressuscitado
em constante desafio.
Não resisto ao amanhã,
mas estou perdido no ontem
enquanto o presente
me sentencia e descaminha.

Enquanto não estendem a ponte
tento fazer a catarse
de um salto dialético impossível. 
(Ronaldo Cagiano)

Também eu, gostava de lá voltar um dia...


Recordamos hoje o falecimento de Dr. Agostinho Neto
aos 10 de Setembro de 1979.

"Havemos de voltar"

domingo, 9 de setembro de 2012

Será que este vai ser o “Ano Zero”?




Talvez minha criatividade esteja lá dentro, soterrada pelo cansaço,
 pelo stress cotidiano, ou por aquilo que chamam de estafa.
Depois da rotina mecânica do mundo do trabalho, e do maquinário 
da vida prática, a tensão, a fadiga e o esgotamento do meu ser criativo 
parecem ter atingido o ápice. O mundo tenta esvaziá-lo.
Ele não quer que você preencha de sentido, a sua própria existência. 
O seu trabalho, é fabricar os significados que guiarão os seus propósitos 
sem você saber. 
E quando você se dá conta, já está numa fila de ovelhas prontas para o abate. 
Começo hoje, a desenterrar o que sobrou da minha capacidade de criar.  

(Thiago de Assis) 

sábado, 8 de setembro de 2012

A vida, cada dia, nos pesa mais...

O fardo


Santo Aleixo, 14 de julho de 2010. (Foto: Nuno Veiga)
"Não tentes empurrar o atual fardo pela ladeira acima, que....
  enroladinho como está, levarte-á aos rebolões até ao fundo"

****
Carrego de manso um fardo
Peso da vida
Peso das ausências
Peso de mim
A cada sol que nasce
O fardo traz com os anos
Mais peso
Mais ausência
Menos vida.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Quem me dera...


Novas emoções

Ah! Quem me dera ser a brisa da manhã
Por várias paragens corre
Em várias paisagens habita
Desperta para uma manhã de inverno
Refresca o calor de um sol de verão
Não se sabe de onde veio
Ou para onde vai
Só sei que sempre caminha em frente
Nunca volta
Mas sei que ela existe e eu a sinto
A brisa de hoje não é a mesma de ontem
E nem será a de amanhã
Cada momento vivido é uma emoção diferente
É uma brisa que nos toca diariamente
E faz a gente esperar por novas emoções.

(Pedro Figueiredo)

Pedaço de uma vida...





Nos meus olhos
As lágrimas recuaram!

Na minha boca
As preces se calaram!

Eu vira na minha frente
À luz crua
A vida toda nua!

Não mais pedi
Não mais chorei
Dei o braço à vida
Pus-me a cominhar
E caminhei!



Rogério do Carmo
Mafra, 1954

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Colhido noutro Jardim... Chez George Sand



Embrulhado de vida...

Só elas, navegantes de infinitos, tinham o poder de te embrulhar a vida. E passavam, tantas vezes e, tão rapidamente, ao largo da tua existência.
Felizmente, ao lado, da tua existência. Ou infelizmente, porque sei que quererias assim:  viver de vida embrulhada.
Dias inteiros de transparência, arrancavam-te gritos de dor.
A cada decisão vacilavas no azul de todo e qualquer lugar.
Nenhum contorno esfumado, na paisagem dos teus sítios, dos teus anseios, dos teus receios. Dos teus amores...
Foste procurar lá, então, onde o céu se desfaz de algodão.
Debruçaste-te perigosamente, entre o passado, de memórias gargalhadas, as  lágrimas.E,  o que nunca  deveria acontecer. E,  foi aí,  que decidiste encher os os bolsos de nevoeiro. A alma, de nevoeiro.  O espanto de nevoeiro.
Nunca mais apareceste.
Se dizias que sim, podia ser a sombra de uma negação.Se dizias que não, podia acontecer que o ar se compactasse  de imediato, por cima do teu olhar. E aí...quem poderia adivinhar?
Passarias a caminhar sem pressa e sem destino. Entre os  risos, inaudíveis, das nuvens que te rodeavam,  nesse abraço cerrado.
Achar-te-ias então assim: sempre e, seguramente,  ausente de ti. 


(Chez "George Sand")