quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Todos juntos, em uníssono

Hino à nossa união e amizade, na despedida para férias

We all stand together - Paul McCartney 
 

Férias...


Sem comprometer todos os restantes dias do ano

em que estou (quase permanentemente de folga), 

vou de

***** FÉRIAS *****

 

Não vou levar computador, por isso não vou

>>>>> POSTAR <<<<<

 

Vou apenas postar o meu “corpinho” no lugar ao

===== SOL =====

 

a que tenho direito.

 

Podem achar que não é direito, correcto, mas, meus amigos,

vou aproveitar esta minha fuga ao meu “eremitismo”, para

pensar bem sobre o que vai ser o resto do ano.

 

Se..... vou “continuar de férias” ou se me vou refugiar na

gruta do meu “ego”.

 

Tudo de bom para todos. Aproveitem para ler um montão

dos  meus posts anteriores e tenham nos vossos corações

a presença deste “vosso amigo” 

Enigma


Máscaras…

Sempre que coloco uma máscara para encobrir minha realidade,
Fingindo ser o que não sou,
Fingindo não ser o que sou,

Faço-o para atrair as pessoas.
Mas logo descubro que somente atraio outros mascarados,
Afastando as pessoas devido a um estorvo: a máscara.

Faço-o para evitar que os outros vejam minhas fraquezas.
Mas logo descubro que por não verem a minha humanidade,
As pessoas não podem me amar pelo que sou, e sim pela máscara.

Faço-o para preservar minhas amizades.
Mas logo descubro que quando perco um amigo, por ter sido autêntico,
Ele realmente não era amigo meu, e sim amigo da máscara.

Faço-o para evitar magoar alguém e por diplomacia,
Mas logo descubro que é a máscara
O que mais magoa as pessoas de quem quero me aproximar.

Faço-o com a certeza de que é o melhor que tenho a fazer para ser amado.
Mas logo descubro o triste paradoxo.
O que mais desejo conseguir com as máscaras
É precisamente o que com elas impeço que aconteça.

(Gilbert Brenson)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Fragilidade da Vida.... Em Contraponto.


FRAGILIDADE DA VIDA
EM CONTRAPONTO

(Maria Teresa Fernandes) e...
(Joe-Ant)

A vida é tão frágil...
E o tempo tão ágil...
Mais do que violetas perfumadas
Ou quaisquer outras flores silvestres
Que resistem às agruras do tempo...
Mais do que sonhos perdidos
Ou ilusões e quimeras terrenas
Qual folhas mortas levadas pelo vento...

Mesmo sem que ninguém olhe para elas.
Nos humanos, a vida, todos os dias fica adiada
E sem que saibamos ou deixemos antever
É sempre menos tempo até morrer.

.
Sonhos deixados para mais tarde...
O viver um dia em cada dia...
Esquecem-se as amizades
Esquecemo-nos até de nós
Qualquer dia ...
Qualquer instante...
Não se liga à saúde em devido tempo
E a vida sem qualidade não tem doçuras...
Desperdiçamos emoções com as agruras
E o amor foge a cada momento...

Esquecemos de procurá-las de verdade.
Encontramos apenas amarguras.
Um dia...acontece e a vida então fenece!
E daí, então tudo se esquece!
.
Com as agruras do tempo...acontece.
Melhor ser flor abandonada e
Num canteiro esquecida...isolada
Na montanha ou no vale...
Mas que permanece e renasce
Em novas madrugadas!!!
.
Com o perder das horas ... tudo estremece.
Antes fosse estátua em pedra dura
Esquecida em jardim sem brincadeiras
Toda cercada de urze e trepadeiras
E aí permanecesse mesmo sem vida!!!

.
Melhor não adiar as horas adocicadas!
Que o agora seja mudança...
Que nada mais seja adiado,
Para o futuro ser de bonança!
.
Melhor viver em desesperança!
Sem sonhos e sem quimeras...
Que assim fosse durante eras,
Sem presente, sem futuro e sem passado.


sábado, 9 de agosto de 2008

Sem dedicatória ... mas, bem dedicado !!!

(Clique na imagem para ampliar e ler melhor)

Porque hoje é sábado !!!


O dia da criação
(Vinicius de Moraes)

Macho e fêmea os criou.
Gênese, 1, 27

I

Hoje é sábado, amanhã é domingo
A vida vem em ondas, como o mar
Os bondes andam em cima dos trilhos
E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para nos salvar.

Hoje é sábado, amanhã é domingo
Não há nada como o tempo para passar
Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo
Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo mal.

Hoje é sábado, amanhã é domingo
Amanhã não gosta de ver ninguém bem
Hoje é que é o dia do presente
O dia é sábado.

Impossível fugir a essa dura realidade
Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios
Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas
Todos os maridos estão funcionando regularmente
Todas as mulheres estão atentas
Porque hoje é sábado.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Alimento e Arte - III

(Clique na imagem para ampliar)
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(Carlos Savasini)
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A arte é solitária e tão vazia
Se desprovida de amor e paixão,
A arte é alimento, é filho, é pão,
A natureza morta é nostalgia.
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Devemos fazer da arte engajada
E fazer o que somos com pincéis
Tingindo toda tela imaculada
Com pensamentos, idéias, cordéis.
.
O formato do artista é rebeldia,
Não devemos beber na covardia
Nem temer que o tufão nos esmoreça.
.
Devemos criar e pôr-nos em tudo
Nosso ser, nosso verbo, nosso mundo
Fazendo que a cria linda floresça.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Alimento e Arte - II

(Clique na imagem para ampliar)

Vejamos algo bem concreto e evidente. Partamos de algo irrefutável e presente na vida de cada um. Desde que nascemos, a necessidade mais radical é comer. O choro do recém-nascido já indica sobretudo fome. Mas façamos da fome algo poético-ontológico e não meramente físico. Façamos do comer, do alimentar-se, a necessidade radical e essencial. Mas o que acontece com o comer e com a comida, em todos os tempos, em todos os povos, em todas as idades? Ninguém simplesmente come para acabar com a fome. Há a preparação da comida. Há até um certo ritual. À preparação da comida se denominou e denomina arte culinária. O que esta faz com a comida? Em que é que ela consiste? O importante a perceber aqui é que o “cuidado”, enquanto arte, com a comida precede o simples comer e “satisfazer” a necessidade. A arte culinária não acrescenta algo à comida física. Pelo contrário, o cuidado, a Cura, já mostra um outro horizonte em que se move o satisfazer a necessidade de comer. Ou seja, o comer é muito mais do que a satisfação “física”. A comida antes de ser um utensílio que satisfaz à necessidade de comer, antes de ser útil, ela é arte culinária. Mas aí notamos algo extraordinário. O âmbito do “útil” (ou seja, do utensílio) tem sua medida de satisfação e de alimentação não em si, mas na medida inerente à arte culinária. O ser humano já se move no cotidiano ato de comer num horizonte poético-ontológico. Alimentar-se para ele é um alimentar no horizonte da arte. O culinário diz aí um modo de arte. Os ritos de comer, os próprios ritos das primícias já mostram como a própria arte de comer já se inscreve em algo bem mais complexo e essencial, onde não há separação de modo algum entre o físico, o psíquico e o espiritual. As próprias obras de arte – música, canto, vestes, pinturas, instrumentos musicais, dos ritos – sempre estiveram ligadas a esses rituais e festas. E em todas as festas sempre estão presentes as comidas, a mesma arte culinária a tudo integrado. E o sagrado a tudo reúne, porque em sua vigência comparece vida e morte, como essência e vigor de manifestação, alimentação e vitória da vida diante da morte. A arte se integra à vida de tal modo que o viver é, poético-essencialmente, fazer da vida uma total obra de arte. É nesse sentido essencial que as obras de arte são sempre alimento.


terça-feira, 5 de agosto de 2008

Por falar em preguiçosos ...

Vá lá um esforçozinho !!
Comentem os posts,
Nao façam como o malandro acima.
É bom ter respeito,
mas não se amedrontem,
essa mãe só "bate" se escreverem
posts feios, com palavras pouco bonitas,
daquelas que faltem ao respeito
a qualquer "boa" mãe.
*****
Deixem a preguiça de férias
para outros, que não sabem ou
não querem mesmo colaborar.
*****
Bem Hajam!!!

Arriscar


ARRISCAR É VIVER!
( Soren Kiekegaard)
.
Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor o seu eu verdadeiro.
Expor suas idéias e sonhos em público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer.
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas, abrem mão da sua liberdade.
Só a pessoa que arrisca é livre...
Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.
Não se arriscar é perder a vida...

Alimento e Arte - I

(Clique na imagem para ampliar)

"Alimento é Arte e...
Arte é Alimento para a Alma".

"Vários elementos da arte de cozinhar têm uma conotação romântica e sensual, como a preparação e a apresentação do prato, o seu aroma, a sua textura e o seu gosto, além da possibilidade de dividir a comida com alguém especial. Alimentar uma pessoa é definitivamente um caminho para atingir o seu coração".

sexta-feira, 1 de agosto de 2008