terça-feira, 30 de novembro de 2010

Que se faça LUZ em seu coração...

Alguém que deixou de colocar textos no seu blogue e que,
por circunstâncias várias, me incute muita saudade.
No blogue de um amigo, vi este trecho tão lindo.
Espero que a pessoa a quem me dirijo leia este post
e compreenda que gostamos muito de a ter por perto.
Para ela, e para todos os leitores, votos de
****** FELIZ NATAL e BOM ANO ******
****




Luz, tímida luz    
Ilumina minha alma, ilumina meus sentimentos
Seja o sol que clareia a minha vida
Seja o farol que guia os meus passos
Por ti sou conduzido
Por seu brilho sou fortalecido
Luz, tímida luz
Energia que não se apaga
O velho lampião ainda resiste
Pelo tempo abatido, corroído pelos anos
Mas determinado em sua missão
Propagar ao mundo, a sua incandescente luz
És a minha estrela guia, minha fonte de calor
Seja sempre o manancial vivo de energia
Nuca perca a sua essência
Nunca deixe de brilhar
Luz, tímida luz
Resista aos ventos,  às tempestades
Não se curve aos momentos de turbulência
Mantenha sempre sua chama acesa
Assim como eu, muitos precisam de ti
Para iluminar nosso caminho
Para aquecer nossos corações
E, principalmente, dar direção à nossa vida

(Pedro Figueiredo)

"Por morrer uma andorinha, não acaba a primavera"

Há dias li um lindo poema num blogue amigo.
Esse poema chama-se "Dias lentos..." (clique no nome).
Lembrei-me também de um post colocado no
"Passeando pelo cotidiano" sobre Miltinho (clique),
um documentário em vídeo muito interessante.
Esse post, aliado ao post da Maria Flor, veio dar
origem a este que vos apresento (bem português).


****
Apresento-vos um fado cantado por Carlos do Carmo,
que dá o título a este post.
É o mesmo fado em duas versões.
Um simples e outro composto, isto é,
com letra acrescentada dentro do mesmo tempo.
É preciso ouvir ambos com atenção e apreciá-los.
Depois diga de sua justiça e do seu prazer em ouvir.
Bem hajam a todos e....
Votos de   *** FELIZ NATAL ***
****



segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Estórias de Natal...

Assim começam as Histórias para crianças: Era uma vez....
Um presépio. Nesse presépio tinha um Menino, uma Maria, um José, um Anjo, um burrinho e uma vaquinha. Tinha também umas ovelhinhas que aqueciam as palhinhas do Menino. Tinha um galo para chamar os pastores e visitantes do Menino que iria nascer dali a um mês, como era habitual festejar em todos os anos, em quase todos os lares e igrejas.

Estava na altura de "armar" o presépio....


( e a estória continua aqui )


******
Leia o resto da estória e aprecie o blogue desta "Açoriana" .
Deixo-lhes um vídeo com uma "cantiguinha açoriana":


Triângulo: Cascais > Sintra > Oeiras...

Há uma exposição que gostaria que visitassem.
Se reside e/ou vem visitar qualquer destes concelhos acima,
venha visitar esta exposição, anunciada no "convite", aqui



domingo, 28 de novembro de 2010

"Olhai os lírios do campo"


Recordando...
- Érico Veríssimo (1905 - 1975)


sábado, 27 de novembro de 2010

Recordando...

- Fernando Lopes-Graça (1906 - 1994) 


"Amor com amor se paga"



Alguém escreveu:

“Minha competência não está em palavras, 
e sim nos meus atos.
Não passo a vida olhando o mar.
Eu sou o mar.
Derrubo meus obstáculos com a força das 
minhas ondas e me renovo a cada dia.
O meu trabalho é a minha energia.
A maior incompetência está em quem não consegue ouvir, 

nem ver, apesar de se dizer normal

******
Que ninguém cale a boca (dos poetas)...





PS: Há que dividir os créditos:
      - Nas palavras... a Cris;
      - No vídeo-poema... a Márcia.
      Há complementaridades que não se podem esquecer!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Afinal "nada está escrito"...


Relembrando...
- Mário Cesariny (1923-2006)


Voz numa pedra



Não adoro o passado
não sou três vezes mestre
não combinei nada com as furnas
não é para isso que eu cá ando
decerto vi Osíris porém chamava-se ele nessa altura Luiz
decerto fui com Isis mas disse-lhe eu que me chamava João
nenhuma nenhuma palavra está completa
nem mesmo em alemão que as tem tão grandes
assim também eu nunca te direi o que sei
a não ser pelo arco em flecha negro e azul do vento

Não digo como o outro: sei que não sei nada
sei muito bem que soube sempre umas coisas
que isso pesa
que lanço os turbilhões e vejo o arco íris
acreditando ser ele o agente supremo
do coração do mundo
vaso de liberdade expurgada do menstruo
rosa viva diante dos nossos olhos
Ainda longe longe essa cidade futura
onde «a poesia não mais ritmará a acção
porque caminhará adiante dela»
Os pregadores de morte vão acabar?
Os segadores do amor vão acabar?
A tortura dos olhos vai acabar?
Passa-me então aquele canivete
porque há imenso que começar a podar
passa não me olhas como se olha um bruxo
detentor do milagre da verdade
a machadada e o propósito de não sacrificar-se não construirão ao sol coisa nenhuma
nada está escrito afinal
(Mário Cesariny)

Tão pequenos que nós somos...



Um "Ballet de Palavras" neste espaço sideral !


Nós, que nos debatemos com nós próprios,
Com os "nós" que demos,
Com os "nós" que temos,
Com os "nós" que desfazemos...
Paremos...
Para pensar que
Somos apenas um "grão de pó"
Neste imenso espaço.
Que no final...
(quando e qualquer que seja o final)
Ao pó regressaremos...
Apenas devemos cumprir a missão
A que fomos destinados...
Está escrito no "Destino"


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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Apelos....

Faço também meu o "Apelo" feito por Guará Matos 
no seu "Jornal Afogando o Ganso", que transcrevo:




APELO

O labirinto é frio
Somos reféns do medo
Ficamos entre santos e demônios
Entre a hóstia e maldição
Pelos delírios dos magos
Que governam esse chão
Que decerto já foi
Um canto de paz
E um córrego saudável
Repleto de vida
Alegria incontida
Nos versos e nas canções
Nos papos de botequim
Nas rodas de chorinho
De samba
Na praia
E no calçadão
Asfalto e morro
Precisam de paz e de união
Estão acabando com a minha cidade
O meu berço quebrou-se
Onde tantos momentos
De glória vivi
Oh, São Sebastião
Pai Oxalá venha me valer!

(Pelo Rio de Janeiro)

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O post do Guará me trouxe à memória algo que 
há muito foi escrito e musicado:


Superstiçoes, gatos negros e contos de encantar...

Já disse o poeta (Vinicius de Moraes) que não há nada mais triste do que um gato morto.........
E é verdade......todos os dias desta semana, nos 9 kms que tenho que repetir 4 vezes, naquele ponto da estrada, tal qual um sinal de trânsito derrubado pelo vento da noite, está um gato de olhos mortos. Um gato preto de olhos mortos.
Olhos, e corpo, que a vida foi-se embora sem despedida prévia, ali mesmo na curva depois do caminho de cabras. Já há 3 dias, e aqueles olhos vazios sempre me cumprimentam, sem expressão nenhuma que não seja o do abandono da alma (sim da alma, porque os gatos têm alma, uma alma muito antiga, mais antiga que eu, mais antiga que o mundo inteiro), e eu olho de soslaio, porque me incomoda a ausência neles.
A pelagem baça, as orelhas ainda afitadas e...os olhos sem olhar de espécie alguma, só uns olhos de vidro assoprados.
Tenho medo daqueles olhos. Não têm dor, nem ódio, nem raiva, nem nada. Minto... só têm nada.´
Era um gato preto, de andar felino, elegante, de certeza que olhava para as cabras, para o pastor e até para o cão malhado com aquele olhar superior que têm os gatos pretos vivos.
E agora, depois da velocidade da curva, aquela logo depois do caminho de cabras, ficou lá, a dormir um sono sossegado, sem sobresaltos, um sono da cor da estrada, baça acinzentada como o rato que perseguia quando a curva o alcançou a ele primeiro.
Coitado, perdeu a corrida, e agora dorme de cansado, o gato preto de olhos mortos.


******



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Hoje ao ouvir na rádio a música do Roberto Carlos "Negro Gato" 
lembrei-me de um pequeno conto, já lido há algum tempo no 
blogue "Mel de Vespas" e, resolvi transcrever e colocar no meu blogue.
Não é que um arruaceiro de um "gato preto vadio" que vagueia 
no meu bairro se veio postar fronte à minha janela 
miando provocadoramente!


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PS: Clique no nome do post "O GATO MORTO" para ver a origem do post.

Anseios deslocados no tempo e na distância...

Senhor do Bonfim , 
como adoraria quebrar este anseio...


 

Combate ... de animais ferozes!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Recordemos...

- Freddy Mercury (Queen)


  O  "Show deveria ter continuado"...
  por muitos e bons anos


Relembremos...

- Rómulo de Carvalho, 
   aliás António Gedeão


(Clique na imagem para aumentar)

Amores assim, pois ... "Dou-te Nada"

Há amores assim....



Seu amor... Sua ilusão!


Deixa-me mostrar pra você quem sou eu
E talvez assim você possa odiar-me
Ou
Ingênuo ainda mais pode se tornar
E me ame como um pobre cego
Não verá as minhas garras enaltecidas apunhalando-o por de trás,
Mas sentirá ao menos o fervor da minha consciência, 
Escute o que seu coração não diz
Fuja enquanto há tempo
Enquanto não culminei você com meu despropósito,
É impossível me entregar aos seus sentimentos,
Você que tão arduamente acredita em amor,
Poesia... Quando escreves me faz dar gargalhadas
Uma grandeza ridiculamente engraçada
De como ser patético inescrupuloso e romântico,
Minha declaração pra você, é um balde de água fria.
Enquanto dormes e sonhas com as veredas da paixão
Vivo o consumismo do egoísmo e te grito;
Acorde!
Não há palavras tão doces que possa confortar um coração
Ou transformar um ser cúpido e sedento,
Há maldade sim que se alimenta de todos nós
E por um relapso e intangível momento,
Pensamos que o amor pode existir,
Pobre mortal você e pobreza carrega nos braços,
Se sinto algo bom, descrevo a pena em te ver dizer que me ama.
Sem saber que vive essa ilusão sórdida e malvada!
Mas se o que sentes provoca-te dor, então aceito,
E pra todo sofrimento tem bonança assim pro seu amor!
Sem coração eu?
Ele é grande demais, não cabe no peito!

(Priscilla Marfori)


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P.S. - Priscilla, isto serve de homenagem e reconhecimento
          pelos seus escritos.
          Bem haja por nos brindar com lindos textos.


* Clique no nome do poema "Seu amor... Sua ilusão!" para ver a origem do post.

Alice no país... com falta de maravilhas !

Porque será que a vida, por vezes, é tão cruel?



haiti girl in camp 1 from T Mackney on Vimeo.
******
Mencionei o nome Alice (porque este nome faz lembrar 
maravilhas!). Todavia não é assim.
O Haiti também é aqui em Portugal, no Brasil e em 
quase toda a África e Ásia.
A ideia deste post derivou daqui e também de posts do 
Guará em "Jornal Afogando o Ganso"
respectivamente este e, ainda mais outro recentemente

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Anseios...

(Imagem obtida no Google)
Eu queria ser...


Eu queria ser o Mar de altivo porte
Que ri e canta a vastidão imensa!
Eu queria ser a pedra que não pensa,
A pedra do caminho rude e forte!

Eu queria ser o Sol, a luz imensa,
O bom do que é humilde e não tem sorte!
Eu queria ser a árvore tosca e densa
Que ri do mundo vão e até da morte!

Mas o Mar também chora de tristeza…
As árvores também, como quem reza,
Abrem, aos Céus, os braços, como um crente!
E o Sol altivo e forte, ao fim de um dia,
Tem lágrimas de sangue na agonia!





E as pedras… essas… pisa-as toda a gente! …






(Florbela Esp
anca)

Tome nota deste endereço...

Amei que tivessem gostado de ter mencionado a
Europeana como uma ligação útil.
Assim deixo-vos aqui outra:
- Biblioteca da Casa Fernando Pessoa


Todo o acervo do poeta foi digitalizado,
pelo que é um endereço útil para consulta.


Mas, para que não fique tão maçudo o post,
aqui fica...


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tome nota deste endereço

Biblioteca europeia com 14 milhões de itens para consultar online




 A Europeana apresenta actualmente, para consulta online, mais de 14 milhões de livros, fotografias e mapas digitalizados, entre outros documentos, segundo dados oficiais divulgados na altura em que comemora dois anos de existência. 

Criada em 2008, a biblioteca digital começou com dois milhões de obras de domínio público com o objectivo de explorar novas formas de divulgar o património cultural do Velho Continente e já ultrapassou a meta inicial prevista para 2010, de disponibilizar 10 milhões de artigos. 


A vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, definiu a Europeana como "um grande exemplo de como a cooperação em nível europeu pode enriquecer a vida de todos". 

A disponibilização de 14 milhões de itens é "uma boa notícia para todos os utilizadores de Internet que pretendem ter acesso a material cultural das bibliotecas, museus e arquivos da Europa", mas o projecto poderia ser melhor "se mais instituições culturais digitalizassem as suas colecções e fornecessem conteúdos para o portal europeu", nota a comissária. 

A iniciativa conta com a participação de mais de 1.500 instituições de toda a Europa, e apesar de todos os Estados-membros colaborarem, a França é o país mais "activo", contabilizando 17,98 por cento do total do acervo, seguido da Alemanha e da Suécia. 

Relativamente ao tipo de documentos, as versões digitalizadas de fotografias, mapas, pinturas, objectos de museu e outras imagens constituem 64 por cento da colecção. Trinta e quatro por cento são documentos escritos, dos quais mais de 1,2 milhões de livros completos, enquanto os vídeos e áudio representam menos de dois por cento da colecção

Hoje, no Brasil, é...



- Dia do Músico:


  Do Brasil encanta-me a musicalidade, o acervo artístico;
   Os cantores, os cantautores, a MPB, e tantos estilos;
   Os poemas musicados e toda a popularidade adquirida 
   por esse mundo fora;
   As diversas raízes e as diferentes expressões;
   Enfim, terra de "boa música"...
   "Abençoada por Deus e bonita por natureza"


domingo, 21 de novembro de 2010

Chamamento (inspiração poética)...

rotunda qualquer
*
Há uma voz surgindo no escuro
Há um pano de fundo entre o palco e o camarim
Há uma rotunda qualquer entre o vulto e a meia luz
há uma cadeira entre o chão e o teto
Há uma linha entre o linho e o leito a cobrir
Há um texto a ser dito entre o teu nome e toda palavra inaudita
Há uma verdade entre os dentes e outra entre o silêncio e o grito
Há sempre o entre, entre as pernas, o ventre e a luz
Há um abismo entre o ser nada e o tudo que há
Há sempre um blues a cantar entre a bebida e a voz
E entre um texto qualquer repetido, eu ainda te vejo em tudo ao redor
E entre a chama e isto que chamo, hás
E no tanto do nada que é isto tudo que ora sinto
eu chamo teu nome

*

(Mai, in Inspirar-Poesia)


sábado, 20 de novembro de 2010

Ações para ajudar a mudar o mundo...



A voz de Roger Ridley enquanto cantava “Stand by me” 
nas ruas de Santa Monica, na Califórnia, despertou uma 
ideia num grupo de realizadores: e se o mundo estivesse 
ligado através da música? Surgiu então a ideia de viajar 
pelo mundo com um mini estúdio e recolher vozes e sons 
de todos os continentes. O resultado foi um documentário 
premiado em 2009 
– Playing For Change: Peace Through Music
Projecto que continua a ser desenvolvido pela 
Fundação Playing for Change.


****
PS: Originário daqui.

Ciclos de vida...

(Imagem retirada do Google)

Chuva


A gota cai da chuva
Percorre o chão
Corre para o bueiro
Segue em frente
Junta-se a tantas gotas iguais
Já não são gotas, viraram corrente
Chegam ao rio, várias correntes
O mar as espera, o rio deságua
Nas águas bravias
Muitos rios, muitas correntes, muitas gotas
O calor intenso, a água se aquece
Então se evapora, as nuvens se formam
As chuvas que chegam
As gotas que caem
Começa tudo de novo
Porém, não são as mesmas gotas...


(Pedro Figueiredo) in  "Café com sucesso"

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Stormy Weather....

Hoje, como há três (3) anos... chove,
Não muito tempestuosamente, mas chove,
Como chovia naquele dia.... 
e eu me desdobrava em pensamentos, 
em saber que nome deveria dar ao meu blogue,
suavemente na rádio começou-se a entoar  
uma música, uma canção, 
eternamente do meu pleno agrado.


Assim surgiu o nome do blogue...
ao som desta música...


Esta minha casa...

  
Esta minha casa faz hoje três (3) anos!
É uma casa jovem, com um velho dentro,
Uma casa que já sinto velha,
Com um espírito jovem dentro.
É “cabana junto à praia”,
Refúgio de pedra da montanha,
“reino das três marias”,
“casa da mãe joana”,
“casa d’Irene”
“casa do lago”,
“casa dos espíritos”,
“cabana do Pai Tomás”,
“casa das sete mulheres”.
Enfim,
“Uma casa portuguesa” (com certeza!)
Onde penso, medito, escrevo,
Onde, sempre de porta aberta,
Entra todo o mundo,
Velhos e novos,
Ricos e mendigos,
Gente de “pé na chon”,
Pessoa “bem calçada”,
Bem falante,
Ou “popularucho”.
Onde conheci (sem conhecer)
Grandes amizades,
Grandes ensinamentos,
Ótimos textos e poemas,
O valor da liberdade,
Expessa nas mais diversas formas,
E conformes,
Atuais, antigos e naturais,
Pretenciosas, com ou sem àgua benta,
Ou despretenciosas,
Iradas e ternurentas,
Nas expressões mais afáveis,
Enigmáticas, comentadas,
Correspondidadas , deturpadas,
Conciliáveis, expressivas,
Ativas e promissoras.
Muito haveria a dizer, a expressar,
Sentimentos, frustações, emoções.
Ocasiões houve em que quase desisti,
Capitulando na pergunta:
“a que é que isto leva?"
Mas aqui estou, quase dia-a-dia,
Voltando a estavelha casa