quarta-feira, 13 de julho de 2011

"Quem canta, seus males espanta!"

Neste dia do "Cantor!"...
No mesmo dia em que "A Voz" 
gravou o primeiro disco (1939)...
Só posso fazer como os demais...
Eu...
Cantarei...  (talvez, até que voz me doa!)


terça-feira, 12 de julho de 2011

Inspirando-me...

(Foto: Fernando Ribeiro)
Matutando

E eu aqui calentando,

matutando,
quão fria eu gostaria
a noite,
em que me afoite,
para adentrar
com pinga e fel,
a solidão, o açoite,
que em mim rebate,
num remate de frieza,
da gelidez de tanta noite,
que se prolonga no tempo.

sábado, 9 de julho de 2011

Vinicius de Moraes - No dia da "saudade"



Porque...


Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
.
(Vinícius de Moraes)

Hoje é o meu dia...


Porque eu sou um "sonhador"

******



Nas incertezas da vida
a certeza de sonhar
a certeza de acreditar
acreditar porque sou um sonhador

Sonhador que ama apesar dos desamores
amores que mudam de face
mas que permanecem amores

Faces que hoje são sorrisos
Faces que amanhã são lágrimas de dor
Faces que são a expressão do ser

Na dor as marcas de uma existência
na existência as rugas que o tempo cultiva
marcas de sonhos e desejos
rugas de quem sonhou e sonha

Na raiz da vida
mil faces, mil amores
mil desejos, mil tristezas
mil incertezas

Vidas que fundem e confundem
histórias que se cruzam,
vidas que se entrelaçam

Faces que tocam
olhos que sorriem e choram
recomeçar sempre

Acreditando que mil novas faces virão
numa fusão de um contínuo e perene recomeço da vida
e de novas faces...


(Pe. Flávio Sobreiro)




quinta-feira, 7 de julho de 2011

A vida continua...



"O próprio viver é morrer, 

porque não temos um dia a mais 
na nossa vida que não tenhamos, 
nisso, um dia a menos nela."
(Fernando Pessoa)


terça-feira, 5 de julho de 2011

Mais uma estrelinha no céu...



Só quero que saibas a 
"grande falta que nos fazes".
Descansa em paz, "irmã do coração".
Vai ser "uma eterna saudade"

segunda-feira, 4 de julho de 2011

E o "novo povo" é que tem razão...




01. A pressa é inimiga da ligação.
02. Amigos, amigos, passwords à parte.
03. Antes só, do que em chats aborrecidos.
04. A ficheiro grátis não se olha o formato.
05. Diz-me que chat frequentas e dir-te-ei quem és.
06. Para bom fornecedor uma password basta.
07. Não adianta chorar sobre ficheiro apagado.

Uma santa que tem a minha devoção...

(Rainha Santa Isabel - Aguarela por Alberto de Sousa) 
São rosas Senhor, são rosas!


domingo, 3 de julho de 2011

Hoje é dia de S. Tomé...



Aquele do "Ver para crer"


Mas, para ver há que saber crer.
Aquele que não acredita, não consegue ver.
Mas atenção com as mistficações! Com as ilusões!
Nem tudo é o que aparenta!


À espera que acabem os temporais...



Boas e más ações

As minhas ações (boas ou más)
há muito que eu as subscrevo pessoalmente. 
Sou responsável por elas. 
Por isso agora ando de "bolsa vazia",
barriga cheia,
vivendo o dia a dia, 
da mão para a boca, 
numa vida louca,
como eu bem queria. 

Tentando "reformar"
o que já está reformado, 
e viver, sobretudo, conformado. 

Valha-me então a música!!!
Não enche barriga, mas desanuvia o espírito 
e reconcilia-me com tudo e com todos. 
Exceto com aqueles que não o desejem!!



sábado, 2 de julho de 2011

Hoje...



Hoje, eu não sei!

Não sei 
o que faço,
se faço, 
compro feito,
mando fazer,
não sei 
se vou,
não vou, 
aonde vou,
não sei 
se quero,
o que quero, 
ou não quero.
Hoje, 
eu não sei 
nada... 
nem de você. 
.
Suely Ribella © 


PS: Hoje encontrei este poema de uma poetisa amiga, que sempre gostei.
       Clique aqui para ir para o seu blogue.
       Clique no título "Hoje, eu não sei" para ver de onde o retirei

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Pensamentos compartilhados de uma amiga...


Seja feliz!



E não há colheita sem semeadura, 
por isso tenha paciência, saiba aguardar, 
há um momento certo para cada coisa.

E o que te parecer longe demais, 
você vence com o primeiro passo, 
e o que te parece impossível, 
se materializa diante de teu esforço. 
Por isso acalme-se!

A paz interior é seu maior tesouro, 
não deixe que a ansiedade venha roubá-la, 
nem permita que alguém a destrua, 
seja com atitudes ou comentários, 
seja você, revestido da certeza 
de que a noite mais escura vai passar.

A chuva mais forte, mesmo seguida de raios, 
vai dar lugar ao sol, ao arco-íris 
e o arco-íris é sinal de esperança, 
confiança de DEUS nos homens. 

Nova oportunidade de crescer 
e seguir rumo ao horizonte confiante. 
Que você seja revestido de paz,
 que você conquiste como tesouro, 
guarde-a em seu coração ,
como quem ama.

Zele por ela e espalhe-a como boa semente 
que o vento leva por onde você for, 
assim ela sempre voltará mais forte 
para o seu interior. 
E é a sabedoria quem diz que com a paz, 
saberão então que tu és 
imensamente FELIZ!

Tenha um bom fim de semana! 
Seja Feliz !

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Neste dia....

Que haja "Mais Luz"...





Sobretudo para aqueles que lêem e gostam
de tudo aquilo que Chico Xavier nos deixou

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Amores clandestinos...


Há medida que o amor passeava nas tuas mãos pelo meu corpo, os pedaços daquela casa iam caindo a pouco e pouco no chão. Fazendo pequenos ruídos, nós não ouvíamos, estávamos demasiado compenetrados em nós para ouvi-lo.
Trecho do conto "A Casa em ruínas" - Autor Fleur )

******

CLANDESTINO

Na penumbra da tarde,
o mundo morto,
a meu passo, despertava.


Não era o amor
que eu procurava.
Buscava o amar.


Na casa em ruínas,
te despias
para que me deixasse cegar.


Voz transpirada,
suplicavas que te chamasse no escuro.


Em ti, porém,
eu amava
quem não tem nome.


Na casa arruinada
te amei e te perdi
como a ave que voa
apenas para voltar a ter corpo.


Na penumbra da tarde,
tu me ensinaste a nascer.


Na nocturna claridade
me esqueci
que nunca havias nascido.

(COUTO, Mia in Tradutor de Chuvas)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Hoje... ando muito perdido...


Que a vida nos dá e rouba,
é coisa que sempre suspeitamos.
Que teremos que assim viver,
é algo que muito pouco aceitamos.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Devíamos mudar de Padroeira de Portugal...



Chegou a hora de tomarmos algumas atitudes de mudança.


Perante a crise que se nos apresenta e que vamos enfrentar
durante muitos anos mais, acho que se deveria avançar com
uma petição para escolher outra santa padroeira para o 
nosso querido Portugal.


A minha escolha recai sobre:
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro




















Esta petição serviria para contrariar e aliviar as dores do
sofrimento, a nós infligido, por ter sido solicitado um 
"socorro, quase perpétuo" à troika.

E tudo, quase como no antigamente, "A Bem da Nação".

domingo, 26 de junho de 2011

A pessoa que me deu a maioria das bases...

(Imagem retirada da net)
Michel Foucault inaugura, com “As palavras e as coisas”, uma nova metodologia para se fazer uma investigação de um problema filosófico: a arqueologia dos saberes. O grande fator de ineditismo desta forma de se fazer filosofia consiste na análise dos discursos e práticas das mais diversas áreas do conhecimento – mas de uma forma muito diversa das que se costumam fazer. O paralelismo com a arqueologia tradicional se dá pelo fato de o filósofo “cavoucar” não apenas, mas principalmente, nas entrelinhas destes discursos e práticas – como o arqueólogo escava seus sítios. Depois de garimpados e tendo sido feita a triagem dos “cacos” dos discursos e práticas de seus domínios próprios, que logo em seguida são peneirados e separados, e devidamente catalogados pelo filósofo, pode-se passar ao estabelecimento de uma articulação e inter-relação entre seus diversos âmbitos de saberes, começando a constituir um cenário único e coeso, a despeito das naturezas várias dos quais se originaram – o que é igualmente semelhante ao trabalho do arqueólogo, quando este faz a triagem dos diversos pedaços de objetos diferentes que recolhe e que, sob um primeiro olhar, não se encontra nenhuma relação entre eles, mas que, a partir de uma análise desses fragmentos diversos, o arqueólogo consegue reconstruir – ou melhor, “reconstituir” ou “intuir” – uma configuração de mundo da qual esses objetos são oriundos. No caso de “As palavras e as coisas”, o que Michel Foucault vai procurar fazer para responder à questão da representação e conformação de saberes é estabelecer a instauração de seus sítios arqueológicos – ou seja, o campo onde vai buscar seus pressupostos e marcos teóricos e, é claro, suas premissas – nos domínios da Biologia (ou melhor, das Ciências Naturais), da Economia e da Linguagem, estabelecendo um intervalo histórico compreendido entre os séculos XV e XIX. Articulando, para este fim, discursos de pensadores proeminentes destas áreas no intervalo citado, como Adam Smith, Cuvier, Lamarck, Marx, entre outros.


Fonte: Vidé aqui

sábado, 25 de junho de 2011

Porquê?

(Michael Jackson - 29 de Agosto de 1958 - 25 de Junho de 2009)

COMETAS
 No dia em que a notícia chegou com seus punhos de fogo
O homem viu à transparência das lágrimas
A sua imagem real.
No dia em que o deserto invadiu o cérebro
Do homem crédulo e ele se tornou incrédulo
Colheu pressuroso o derradeiro ramo de rosas bravas.
No dia em que outro homem o violentou, homem
Na convicção de o ser, perguntou-me porquê
E olhou as estrelas.
No dia dos cometas perdidos, o homem esperou.
Determinou perder-se também.

(João Candeias)
***

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Perante vós, amizades...


Tanto em mim

Tudo em mim,
Porque não me quero
Só por metades,
Nem por silêncios,
Só por verdades,
Com sons intensos
De realidades,
que não calo,
com que venço,
e me regalo.


quinta-feira, 23 de junho de 2011

Roído por dentro...picado por fora...


Untitled from Fatima Rolo Duarte on Vimeo.
***
Palavras escritas e ditas por Joâo César Monteiro.