Alguém usou este "moto"
"A vida é um moinho. Mas eu, não me deixo moer”
*****
Mas... há quem não consiga...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
A União Europeia instituiu, em 2011, o Ano Europeu do Voluntariado. A principal razão é incentivar mais cidadãos para o trabalho voluntário. Segundo a Agência Lusa, que cita dados do Eurobarómetro, há actualmente mais de cem milhões de europeus a fazerem voluntariado. O número impressiona, mas ainda assim é insuficiente face à necessidade de cumprir os Objectivos do Milénio.
Por isso, este ano, não arranje desculpas. Escolha uma causa com que se identifique e arregace as mangas. Verá que é como se sacudisse um livro de bolso e as emoções começassem a desprender-se. Na grande maioria dos casos é uma experiência transformadora. Pode acreditar.
(Ana)
*** Clique em "2011, Ano Europeu do Voluntariado" para ver a origem do postdomingo, 2 de janeiro de 2011
Este ano... não prometo.
Mas sei que...
Fazendo jus ao apelido
Vou manter este blogue no mesmo ritmo.
Ativo, amigo, grato e honrando todos aqueles
que tiverem a paciência e a delicadeza de me
visitarem.
Com coisas importantes para serem feitas e
aplicadas...
***
Para complementar este vídeo... vidé este post
Fazendo jus ao apelido
Vou manter este blogue no mesmo ritmo.
Ativo, amigo, grato e honrando todos aqueles
que tiverem a paciência e a delicadeza de me
visitarem.
Com coisas importantes para serem feitas e
aplicadas...
***
Para complementar este vídeo... vidé este post
Neste novo ano...
Este é o "moto" de alguém:
"Vamos viver tudo o que há para viver. Vamos nos permitir!"
Assim aproveitemos, e...sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Nos hemisférios das nossas vidas...
Linha do Equador
Latitude zero. Linha divisória. O meio do mundo é um lugar imaginário, mas há um totem na linha do equador e me disseram que aqui eu poderia pisar simultaneamente os dois hemisférios.
Estou em Macapá, literalmente no meio do mundo. O rio amazonas é um gigante com cara de mar que banha esta cidade.
Olhando este rio eu pude perceber, ainda mais, a minha pequenez.
Mas o dia de hoje é também uma espécie de linha divisória, porque amanhã despertaremos em um novo ano.
Gostaria de agradecer a todos que estiveram aqui e desejar um 2011 bem melhor e pleno em paz.
*****
O marco, na foto, fica em São Tomé e Príncipe
(mais propriamente no Ilhéu das Rolas)
(mais propriamente no Ilhéu das Rolas)
Novo tempo de Esperança
O tempo acaba o ano, o mês e a hora,
A força, a arte, a manhã, a fortaleza;
O tempo acaba a fama e a riqueza,
O tempo, o mesmo tempo de si chora;
O tempo busca e acaba o onde mora
Qualquer ingratidão, qualquer dureza;
Mas não pode acabar minha tristeza,
Enquanto não quiserdes vós, Senhora.
O tempo o claro dia torna escuro
E o mais ledo prazer em choro triste;
O tempo, a tempestade em grã bonança.
Mas de abrandar o tempo estou seguro
O peito de diamante, onde consiste
A pena e o prazer desta esperança.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Interculturas...
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
As aparências iludem...
Nem tudo são "rosas"
neste reino (socialista)
à beira mar plantado
PORTUGAL, UMA PRAÇA PARA O MUNDO from Anze Persin on Vimeo.
Este filme, apesar de estar bonito de se ver, é antes de mais altamente segregacionista (esta palavra existe?!). Exclui todo o país para além de Lisboa, Porto e um lamirezinho por Guimarães (porque até parecia mal não aparecer, não fosse ele o berço da nação). Por outro lado, segrega tudo o que são dificuldades vividas e sentidas diariamente por uma população cada vez mais empobrecida e encostada à parede por uma classe política desgovernada e sem qualquer sentido de orientação e gestão a não ser para os bolsos deles. Parece que vivemos todos às mil maravilhas, é só praias, desportos radicais, elevado aproveitamento de recursos energéticos ... uma maravilha portanto. Shanghai agora acredita que Portugal é uma nação altamente progressista, na linha a frente do desenvolvimento ... mas pronto, também é nosso hábito viver das aparências, porque não estender a tendência aos filmes que se exibem em Shanghai ... mais a mais, também vivem lá longe e não nos conhecem de lado nenhum a não ser os das lojas de quinquilharia e os da restauração do pato à Pequim ...
neste reino (socialista)
à beira mar plantado
PORTUGAL, UMA PRAÇA PARA O MUNDO from Anze Persin on Vimeo.
Este filme, apesar de estar bonito de se ver, é antes de mais altamente segregacionista (esta palavra existe?!). Exclui todo o país para além de Lisboa, Porto e um lamirezinho por Guimarães (porque até parecia mal não aparecer, não fosse ele o berço da nação). Por outro lado, segrega tudo o que são dificuldades vividas e sentidas diariamente por uma população cada vez mais empobrecida e encostada à parede por uma classe política desgovernada e sem qualquer sentido de orientação e gestão a não ser para os bolsos deles. Parece que vivemos todos às mil maravilhas, é só praias, desportos radicais, elevado aproveitamento de recursos energéticos ... uma maravilha portanto. Shanghai agora acredita que Portugal é uma nação altamente progressista, na linha a frente do desenvolvimento ... mas pronto, também é nosso hábito viver das aparências, porque não estender a tendência aos filmes que se exibem em Shanghai ... mais a mais, também vivem lá longe e não nos conhecem de lado nenhum a não ser os das lojas de quinquilharia e os da restauração do pato à Pequim ...
Não é que tenhamos de exibir só desgraças e feiuras ... mas há que ser mais realista e não viver no país das maravilhas de Alice como Sócrates gosta tanto de fazer.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Ouvindo o meu velhinho rádio...
Sim, na nossa fresca e suave juventude, depois da bicicleta,
o rádio de pilhas.
Bastava ter a frequência certa... e certamente o ouvíamos
com muita frequência.
Tanta, que os nossos sonhos foram alimentados pelas letras
das canções-exito que constantemente eram repetidas ou
nós procurávamos noutra estação.
Viva (ainda) o rádio de pilhas!o rádio de pilhas.
Bastava ter a frequência certa... e certamente o ouvíamos
com muita frequência.
Tanta, que os nossos sonhos foram alimentados pelas letras
das canções-exito que constantemente eram repetidas ou
nós procurávamos noutra estação.
Com "pilhas" de razão.
Sem rádio, a vida não tinha "pilhéria"!
domingo, 26 de dezembro de 2010
Mais um Natal passado...
Remeto-me ao post colocado após o Natal de 2009,
em que fiquei assim
Este ano, apesar de muito mais calmo,
mesmo assim, ficámos deste modo
em que fiquei assim
Este ano, apesar de muito mais calmo,
mesmo assim, ficámos deste modo
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Poema premiado...
Folha
Eu sou a folha que cai
Sobre a neve fria das incompreensões.
O verso das canções serenas,
A morte que chega aos corações...
A margem,
A proa,
O barco
Sou parte das pedras, cristais...
O sangue que chora
A morte...
Sou avenidas, faróis
Reflexos
Sou o asfalto,
O negro inverso!
O vento,
A brisa,
Sou as manhãs,
A música,
A nota,
A dor dos corações...
Os olhos
Os sorrisos
Das crianças, as interrogações...
As gotas de chuva
O grito da terra seca
O inverno
O outono
A primavera eterna!
Sou areia,
Deserto,
Sou o livro sobre a mesa...
A página ao acaso,
Sou ponto,
Da vírgula, tristeza...
(Márcia Cristina Lio Magalhães)
*****
PS: Nada mal para entrar num Novo Ano!
Felicidades para o futuro.
Clique no nome do post "Folha", para ver a origem do mesmo.
A um Deus branco...
Anjos negros
Mãe, nunca vi um anjo negro. Não há anjos negros, mãe?
Todos os anjos são brancos. Não há anjos como eu?
Olha, todas as asas são brancas. Como os anjos que estão no céu.
Mãe, eu nunca vou ter asas? Não há anjos como eu?
Mãe, não há meninos negros entre os anjos.
Onde estão os meninos negros anjos, mãe?
Mãe onde fica o nosso céu?
Queria ser um anjo, mãe.
Não posso … Não há anjos como eu.
(Desconheço o/a autor/a).
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Só com o tempo...
Só o Tempo
Quem pode dizer aonde vai a estrada ?
Para onde vão os dias ?
Só o tempo
E quem pode dizer se o seu amor crescerá
conforme seu coração escolher ?
Só o tempo
chants
Quem pode dizer porque seu coração suspira
conforme seu amor flutua ?
Só o tempo
E quem pode dizer porque seu coração chora
quando seu amor morre?
Só o tempo
chants
Quem pode dizer quando os caminhos se cruzam
que o amor deve estar
em seu coração ?
E quem pode dizer quando o dia termina
se a noite guarda todo o seu coração ?
se a noite guarda todo o seu coração...
chants
Quem pode dizer se o seu amor crescerá
conforme seu coração quiser ?
Só o tempo
E quem pode dizer aonde vai a estrada ?
Para onde vão os dias ?
Só o tempo
Quem sabe?
Só o tempo
Quem sabe?
Só o tempoquarta-feira, 22 de dezembro de 2010
"A caminho do meu leito, vagarosamente e, silenciosamente recolhi-me..."
...
Recolhi-me nos meus pensamentos, nas minhas crenças e descrenças, nos meus anseios, nas minhas esperanças.
Porquê para cada coisa má temos que ter "outra em substituição"? Porquê prevalecem as coisas más?
Penso nas luzes, no presépio, nas imagens.
Tomara que as coisas más fossem tão somente imagens irreais, desfocadas e distantes.
Mas, infelizmente, são pura verdade.
Para tudo, temos que contrabalançar com sucedâneos, com substituições que nem sempre são verdadeiras oposições e não atinjem o objectivo para que foram criadas.
Criadas? Não, as coisas más é que foram criadas em contraposição às boas.
Aí revolto-me, enervo-me, viro-me vezes sem conta no meu leito, custo a adormecer.
E repito incessantemente a pergunta:
"Porque é que este Mundo tem que ser assim cruel?".
Depois de muito cansaço, adormeço sem deixar de ter alguns pesadelos desconexos, que atrapalham ainda mais o meu sono e me fazem acordar com o corpo como quem apanhou uma tareia.
Sim, as tareias deste mundo são terríveis!
...
Recolhi-me nos meus pensamentos, nas minhas crenças e descrenças, nos meus anseios, nas minhas esperanças.
Porquê para cada coisa má temos que ter "outra em substituição"? Porquê prevalecem as coisas más?
Penso nas luzes, no presépio, nas imagens.
Tomara que as coisas más fossem tão somente imagens irreais, desfocadas e distantes.
Mas, infelizmente, são pura verdade.
Para tudo, temos que contrabalançar com sucedâneos, com substituições que nem sempre são verdadeiras oposições e não atinjem o objectivo para que foram criadas.
Criadas? Não, as coisas más é que foram criadas em contraposição às boas.
Aí revolto-me, enervo-me, viro-me vezes sem conta no meu leito, custo a adormecer.
E repito incessantemente a pergunta:
"Porque é que este Mundo tem que ser assim cruel?".
Depois de muito cansaço, adormeço sem deixar de ter alguns pesadelos desconexos, que atrapalham ainda mais o meu sono e me fazem acordar com o corpo como quem apanhou uma tareia.
Sim, as tareias deste mundo são terríveis!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Recordando e revisitando...
VISITA
Na escassa penumbra da tarde,
sonho.
Vêm me visitar as fadigas do dia,
os defuntos do ano, as lembranças da década,
como uma procissão dos mortos daquela aldeia
perdida lá no horizonte.
Na escassa penumbra da tarde,
sonho.
Vêm me visitar as fadigas do dia,
os defuntos do ano, as lembranças da década,
como uma procissão dos mortos daquela aldeia
perdida lá no horizonte.
Este é o mesmo sol, impregnado de miragens
o mesmo céu que presenças ocultas dissimulam
o mesmo céu temido daqueles que tratam
com os que se foram
o mesmo céu que presenças ocultas dissimulam
o mesmo céu temido daqueles que tratam
com os que se foram
Eis que a mim vêm os meus mortos.
...
Revisitar: Afro-Incorporado
domingo, 19 de dezembro de 2010
Subjetivo e o objetivo...
Um homem sábio uma vez disse: "Você pode ter qualquer coisa nesta vida se sacrificar todas as outras por isso".
...
Tudo é subjectivo!
Não se pode perder, se não se tiver tido.
Só se pode ter, se se desejar ter.
Só se pode perder com dor, se se desejou muito ter.
A dor de não ter tido, apenas faz parte do desejo de se querer ter qualquer coisa em detrimento de outras coisas.
...
Que nada se obtenha com dor!
Que nada se perca com dor!
Será sempre uma dor, enquanto se tem... até que se perca.
...
E eu, que pouco ou nada tenho,
E que muito gostaria ter tido,
Estaria, neste momento, todo cheio de dores
sábado, 18 de dezembro de 2010
Alguém me induziu...
Alguém me disse: "Vem..."
E eu, num comentário, lembrei-me deste poema
de JOSÉ RÉGIO
E eu, num comentário, lembrei-me deste poema
de JOSÉ RÉGIO
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