A Felicidade exige Valentia" (Fernando Pessoa) "Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falencia. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e periodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oasis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da Vida. Ser feliz é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter seguranca para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
... Agradeço a Deus, pois posso dizer: "EU SOU FELIZ!"
Mari
PS: Agora também posso dizer: "Eu sou feliz". Feliz por deixar de ser "verme"; Antes prefiro "parasita". (Clique no título A Felicidade exige Valentia" (Fernando Pessoa)para descobrir em que "Cantinho" andei "parasitando" )
Contributos para compreender muito do étnico e tribal de África O vídeo que se segue é longo, falado em inglês, mas quando escutado com atenção, dá para entender muito do que se tem passado na Nigéria. Este vídeo merecia uma profunda tradução e o seu teor postado por escrito. Espero que gostem. Chimamanda Ngozi Adichie(Clique no nome para ir para a Wikipedia)
PS:
Dedico este post a todos aqueles que se interessam por
"Africanismo" (especialmente o cultural e étnico),
muito particularmente para a minha amiga Denise
no blog "Afro-Corporeidade "
Diferentemente dos animais, nós dispomos de uma forma de expressar o que vai na nossa alma: as palavras. É óbvio que, sendo a emoção um fenômeno com importante componente corporal, as palavras por si só não bastam para comunicá-las. E certamente são auxiliares valiosos. Mas, infelizmente, somos condicionados, desde cedo, a não falar sobre o que sentimos, principalmente se esse sentimento for percebido como algo que nos inferioriza...
Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.
Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou, Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.
Assim é com muitas pessoas.
Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.
Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor -- olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Património Mundial: Ribeira Grande recebe hoje certificado da UNESCO
2010-06-02 11:23:54
A Ribeira Grande de Santiago, elevada a Património Mundial da Humanidade a 26 de Junho de 2009, recebe hoje o respectivo certificado da UNESCO, a ser entregue pelo ministro da Cultura brasileiro.
Juca Ferreira, na qualidade de presidente em exercício da Comissão do Património Cultural da UNESCO, chegou hoje de madrugada à Cidade da Praia para uma visita oficial de três dias, tendo previsto um encontro de trabalho com a homóloga cabo-verdiana, Fernanda Marques.
(Para ler ver o artigo completo, imagens e vídeos... clique no link que se segue: Cidade Velha )
ASSUME O AMOR COMO UM OFÍCIO Assume o amor como um ofício onde tens que te esmerar, repete-o até à perfeição, repete-o quantas vezes for preciso até dentro dele tudo durar e ter sentido. Deixa nele crescer o sol até tarde, deixa-o ser a asa da imaginação, a casa da concórdia, só nunca deixes que sobre para não ser memória.
Turismo, mar e lusofonia. É sobre estes eixos que passa o desenvolvimento das cidades cabo-verdianas.«O turismo é um activo porque as pessoas querem novas experiências», explicou ontem José Poças Esteves, responsável pelos serviços de consultoria em estratégia e competitividade da SaeR, Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco, na conferência 'O Papel das Cidades no Desenvolvimento de Cabo Verde', ontem promovida peloSOLe pelo seu parceiro em Cabo Verde, oExpresso das Ilhas.
(Clique no link abaixo, para ler o artigo completo)
Igrejas, conventos, mosteiros, capelas, fortalezas ou os simples padrões deixados por Vasco da Gama e muitos outros contribuidores fazem parte deste inventário além fronteiras.
(Foto: Real Gabinete Português de Leitura - 1895 )
Um inventário de todo o património construído pelos portugueses desde o século XV está agora em livro.
A Fundação Calouste Gulbenkian, que desde 1958 está empenhada na recuperação dos vestígios portugueses no mundo, encomendou o trabalho de levantamento ao historiador José Mattoso no final de 2007.
O trabalho, agora concluído, começa por dar a conhecer o património construído por portugueses na América do Sul. Depois seguir-se-ão, a África e a Ásia.
Um inventário que começa com a América do Sul, onde há edifícios que já não puderam constar do livro agora editado, porque já foram destruídos, como explica a historiadora Renata Malcher de Araújo.
Ao todo são dois mil e trezentos edifícios e 530 sítios espalhados de Los Palos em Timor até à Colónia do Sacramento, no Uruguai. Igrejas, conventos, mosteiros, capelas, fortaleza ou os simples padrões deixados por Vasco da Gama fazem parte deste inventário além fronteiras.
O historiador José Mattoso olha para esta herança construída, como um estímulo face ao actual contexto de crise: “recordá-lo hoje em plena conjuntura de uma crise financeira e económica quer preocupa todos os portugueses pode e deve servir de estímulo para congregar os esforços necessários à superação de mais este passos difícil da nossa história”.
O livro agora publicado apresenta imagens, localização e um breve texto sobre cada uma das marcas portuguesas.
Até ao final do ano serão publicados mais dois volumes sobre o património de origem portuguesa em África e na Ásia.
Ainda falta que o restante Mundo "meta uma lança em África" a favor da Paz e contra a Pobreza...
AOrganização da Unidade Africana (OUA)foi criada a25 de Maiode1963emAddis Ababa,Etiópia, por iniciativa do Imperador etíopeHaile Selassieatravés da assinatura da sua Constituição por representantes de 32 governos de países africanos independentes. A OUA foi substituída pelaUnião Africanaa9 de Julhode2002. (Wikipedia).