terça-feira, 13 de outubro de 2009

Inspirar Poesia


Não tenho inserido no meu blogue posts inteiramente de minha 
autoria.  Tenho postado matérias descobertas em blogues amigos, 
acrescidos de imagens e vídeos retirados da internet e 
copiados de muitos sítios.

Resolvi, agora,  apresentar textos meus. 
Através do sítio de uma amiga, em que resolvi buscar inspiração, 
dado que foi ali que encontrei a ideia, indubitavelmente
posso dizer que ela se tornou a minha musa-inspiradora.

Eis, pois, o primeiro trabalho:

Rituais

Dia de chuva miúda fustigando,

Meu corpo e alma estremecendo,

Caindo depressa, me molhando.

Ossos e terra a absorvendo

Desavisadamente para quê,

Com que intento.

 

Vento e chuva veloz batendo,

Água e lágrimas misturando,

Pelas faces envelhecidas escorrendo.

Meus desamores e medos disfarçando,

Vestes e sapatos enlameando

Maltrapilhando meu lamento.

...

E, da juventude relembrando,

Banhos de lua e de mar,

De chuva e de amores agitando.

Ao som de músicas entontecendo,

Alegrias e amizades que cantando,

Vão os corações enaltecendo.

 

Roupas e corpos se amassando,

Vida e horas se esquecendo,

Desejos e aventuras vão vivendo.

Corpos e sonhos desvirginando,

Temores e anseios vão parindo,

Sementes e outra vida cimentando. 

...

Hoje chorei a minha chuva,

Teu nome simplesmente gritei,

Em meu peito saudades desferi.

Lembrei muitas noites,

Noites nossas em meus braços caídas,

Sentindo tua pele na minha,

Deloridamente.

...

Mergulhei no mar das minhas mágoas,

Banhei-me num secreto ritual,

Tentei encontrar-te nas águas,

Tentando expurgar todo aquele mal,

Que a mim infligi e que para ti,

Foi silentemente letal.

...

Adeus, meu amor de então !!!

(José Antunes)

*******
Vidé:  Ritual

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Agradeço à vida...


A vida ia seguindo sem graça,

por caminhos que nem sei...
sem rumo, ao tempo e ao vento,
sem esperança, sem nada...
trazendo dores, tristezas,
risos fingidos na face,
olhos opacos, sem vida,
e uma saudade imensa
machucando o coração...

A vida hoje segue radiante
por caminhos que nem sei,
busca o rumo, o tempo e o vento,
tem esperança, tem tudo...
Esqueceu dores, tristezas,
tem o sorriso faceiro,
olhos brilhantes, vivazes,
e um amor muito grande
alegrando o coração...
.
Suely Ribella ©
(Clique duas vezes sobre o nome do post para ver a origem do poema acima)

***

domingo, 11 de outubro de 2009

Porto Solidão


VENTOS E TEMPESTADES

Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com freqüência: um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido. Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa: O navio dança sobre as ondas.

Parece estar sob o poder e à mercê delas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo. 

Parece que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado.

Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido.

Qual é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranqüilidade?

Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado! A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas. Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar.

Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar...  A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano.

Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade.

Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas.

Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida. Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da nossa vida. Nos sentimos encorajados e esperançosos. Essa esperança mantém segura e firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.

 

(Adaptado de “Ventos e Tempestades da Vida”, de L.R.Silvado)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

BOM FIM DE SEMANA...

(???) Não costumo ser "tão louco" ...
          Mas é o que hoje me apetecia fazer (???)


Deambulando por aí...



Nas encruzilhadas da vida

a voz da eternidade fica mais perceptível.

Entretanto, não fica mais clara,

nem menos ambígua.

Mas fala através de todas as bocas,

de todas as coisas,

mesmo as mais quietas e discretas.

Às vezes parece caçoar da nossa angústia, quando,

em meio à agitação de uma novidade encantadora,

mostra tudo o que é possível,

sem, porém, ao menos dar pistas

do que é mais certo, do que gera menos dor.

A vertigem da eternidade

apresenta uma possibilidade descoberta

como uma fruta madura,

que chega na hora de uma fome de vida.

Mas provavelmente essa voz é apenas um eco

de um grito animal cheio de medo e desejo,

cheio do que pode e quer, mas tem medo de ser.

e-Escola

Na falta do "Magalhães"

(Tradução: "e... é um pouco incómodo, mas é a única maneira para que as crianças prestem um pouco de atenção durante as aulas"

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Distanciamento



Confesso ao nada o que de mim duvido
e aos meus ouvidos, grito.
Da garganta vem um soluço torto,
um choro incerto entre lamento e pranto.
Vai ver desaprendi tanto de lágrimas e choro
goles de palavras aos pedaços,
engulo minha tristeza e vomito uma dor tamanha
que te traz mais perto.
Tu, que não sabes ser ninho,
nem porto,
tu que fiz tão longe...

Entre nós plantei deserto,
coloquei abismo,
cerca de espinho,
mas quando choro esse choro de certo desatino,
busco tuas sobras,
os restos do nosso destino
e embalo nos braços um filho morto

(Maria Flor ჱܓ )

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Copiado de um blogue que estou seguindo.
Clique duas vezes no nome do post, para ver a origem.
Espero que a autorização da autora seja tácita. Caso não seja,
agradeço que me informe, que o retirarei de imediato

Ausências em ... nós !!!

David Bisbal - Esta Ausência

Visões


Onde você vê um obstáculo, Alguém vê o término da viagem. E o outro vê uma chance de crescer.

Onde você vê um motivo pra se irritar, Alguém vê a tragédia total. E o outro vê uma prova para sua paciência.

Onde você vê a morte, Alguém vê o fim. E o outro vê o começo de uma nova etapa.

Onde você vê a fortuna. Alguém vê a riqueza material. E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.

Onde você vê a teimosia. Alguém vê a ignorância. Um outro compreende as limitações do companheiro, percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo e que é inútil querer apressar o passo do outro, a não ser que ele deseje isso.

Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar. Porque eu sou do tamanho do que vejo  e não do tamanho da minha altura.

 

(Fernando Pessoa)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Nosso fado...


Fado é candidato a Património da Humanidade

2009-10-06 15:19:17 

Lisboa - Portugal vai apresentar a candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade no início de 2010, esperando que esta possa ser aprovada no prazo de um ano.

 

O embaixador de Portugal na UNESCO, Manuel Maria Carrilho, anunciou a candidatura de Portugal, que se vai juntar a outras 76 práticas e tradições distinguidas na semana passada pela UNESCO, entre as quais o tango.

O embaixador de Portugal na Unesco conta com as ajudas da Câmara Municipal de Lisboa e do futuro ministro da Cultura para levar por diante esta candidatura. «Nos últimos tempos houve um bom trabalho da Câmara de Lisboa, do Museu do Fado e do professor Rui Vieira Nery e as coisas estão agora em condições de serem apresentadas. Se forem apresentadas no começo de 2010, em 2011 teremos o fado consagrado como Património da Humanidade», disse Carrilho à margem da inauguração da exposição Amália, Coração Independente, no CCB, em Lisboa.

O antigo ministro da Cultura destacou o «bom dossier» de candidatura que tem vindo a ser preparado desde 2004 e adiantou que a partir de agora terá que ser dado início a «muito trabalho de lobbying e sensibilização». No entanto, Manuel Maria Carrilho acrescentou que «é uma candidatura difícil». «O primeiro item destas candidaturas é proteger património em perigo. Felizmente para nós, não é o caso do fado», lembrou. Porém, «vale a pena olhar com optimismo para esta candidatura para os próximos dois anos», disse o antigo ministro da Cultura, citado pela rádio TSF.

O património a que se refere a UNESCO inclui práticas, conhecimentos e usos reconhecidos por grupos ou comunidades como parte do seu património, algumas vezes degradado pelo uso ou em vias de desaparecer. O Património Imaterial da Humanidade (PIH) tornou-se uma das prioridades da UNESCO com a aprovação, em Outubro de 2003, de uma convenção para a sua salvaguarda que entrou em vigor a 20 de Abril de 2006

(Jornal Digital)

Amália... (amá-la)... Sempre

Sempre...
Com a voz embargada...

Amália Rodrigues - Com que voz 

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

No oásis desta vida...


VIAJANTES NO TEMPO

Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou à beira de um oásis, junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:

-"Que tipo de pessoas vive neste lugar?"

Perguntou por sua vez o ancião:

-"Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?"

Respondeu-lhe o rapaz: 

-"Oh! Um grupo de egoístas e malvados. Estou satisfeito de haver saído de lá.

A isso o velho replicou:

-"A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui."

No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:

-"Que tipo de pessoas vive por aqui?"

O velho respondeu com a mesma pergunta:

-"Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?"

O rapaz respondeu: 

-"Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las".

Respondeu o ancião:

-"O mesmo encontrará por aqui".

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:

-"Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?"

E o velho respondeu:

-"Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui."

"Somos todos viajantes no tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos."

(Desconheço o Autor)

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Parabéns RIO

Rio 2016

Para quem em mim pense...




Beijo Escondido
Entoas, no silêncio, um poema sem cessar

E persigo as palavras que soltas na calçada.
Desvendo, em cada sílaba, um segredo por revelar
E um beijo que lateja na boca coutada.

Sim, eras tu que, sem saber, me beijavas
E entregavas, ao vento, o tempo que sonhavas...

Sussurras, no silêncio, uma sóbria semibreve
E persigo o compasso que serena a madrugada.
Desvendo, em cada passo, um abraço puro e breve
E um beijo velado na boca vedada.

Sim, eras tu que, sem saber, me beijavas
E entregavas, ao vento, o tempo que sonhavas...

Texto de João Garcia Barreto

A canção pode ser escutada aqui

Convite aceite ... Perfume de mulher


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Vinho rubro-carmim, minha boca, e o som de um tango ao violino. Música que inebria mais que o vinho. E nos cabelos-azeviche, minhas mãos, sustentavam cabeça e alma, nuas, em meus assombros-sós. Eu, a esperar um quem-qualquer, olhava o tempo, sentia o vento que trazia, longe, um perfume estonteante que instigava os meus sentidos, provocando fera-fêmea, louca, prá sair e fugir, daquela pose de total sobriedade. O violino, covarde, sussurrava ao meu ouvido, um bom Gardel. Dona de mim, ainda esperava aquele-quem, talvez ninguém, pois me deixara ali sozinha, a esperar... Azar, pois o perfume tocou com a mão, meu ombro nu. Eu me virei e um deus, um Zeus ou quase Apolo, estava ali. Uma mística e sensual magia, rodopiou mil borboletas a voar em meu estômago. Um frio percorreu-me inteira. Suas mãos, tocaram levemente as minhas e eu-menina, obedeci-lhe, escrava. O deus hipnos habitava aqueles olhos que agora, eram meus. E riam e brilhavam, só prá mim. Eu fui, nem sei prá onde, fui... E andei, levitando, flutuando, de tão leve-alma. Minha vida estava inteira, ali. Eu, dançaria em um minuto aquele tango de Gardel. O mais interminável e feliz, instante dos últimos mil dias de uma vida sem sal, sem sol ou dó-maior. E entreguei corpo-serpente, ao bailarino, Orfeu. Submeti-me aquele olhar e boca e cheiro e pernas, tudo... E assim sorri, aquele minuto, sem-fim. Seguro às mãos de Eros, meu corpo sempiterno, quase éter de tão leve, girava em seus braços, rodopios... O cheiro e o suor daquele deus ali, colado ao meu, me entorpecia, entontecia, enlouquecia-me em febre-fêmea que fervia. O perfume se fundira aos suores e os quereres de nós dois. Uma química, perfeita, impregnara ambos. Minha pele e eu, arrepiada, sem fingir ditava – te quero, agora! Minha boca, pernas, olhos, eu, inteira, consenti o nó e o nós. Foi quase ali, sob os olhos de Gardel. Ah! Que delícia teu perfume e tudo e muito. Teu alfabeto, geografia, e a linguagem do teu corpo, no meu corpo que tocavas, deslizando tuas mãos em meu vestido... Ah! Não me acorda ainda... Deixa mais um pouco, eu sonhar com o perfume e este tango. Amando sob a chuva e com teus olhos, brilhando e sorrindo prá mim. Teu cheiro e o perfume desse tango, ainda estão em mim. Ouvir Gardel, ainda me arrepia...
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PS: Clique duas vezes sobre o nome do post para ver a origem do mesmo.
     Os meus sinceros cumprimentos para a MAI

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Dá-me a honra deste tango ?


Unesco declara o tango património cultural imaterial

PARIS, França (AFP) - A Unesco declarou nesta quarta-feira o tango património cultural imaterial, durante uma convenção em Abu Dhabi.

A proposta para que a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) incluísse o tango, música e dança por excelência do Rio da Prata, foi apresentada em conjunto por Argentina e Uruguai.

Depois desta decisão, Argentina e Uruguai deverão adotar medidas que permitam proteger e promover o tango. Os dois países propuseram uma série de projetos que demandarão um investimento de um milhão de dólares procedente dos respectivos ministérios da Cultura.

As origens do tango remontam ao início do século XX, quando chegaram ao Rio de La Plata ondas de imigrantes europeus, a maioria deles na terceira classe de navios superlotados.

O candombe, ritmo popular por excelência do Carnaval afro-uruguaio, também foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco.

Música de ritmo vivo de origem africana que chegou ao porto de Montevidéu no século XVIII, o candombe foi incluído na "lista representativa" de bens culturais imateriais por seu valor como "espaço sócio-cultural e por ser uma prática comunitária", segundo a agência.

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Interrogação ...


Felicidade onde andas? 
No seio da imensidão noturna, apegado ao vazio, 
encontro em mim um pouco de nada, nada que chorei, 
nada que amei. Encontro um pouco de tudo. 

Tudo que sofri, tudo que chorei.
De nada adiantou chorar, se por quem chorei, 
por mim nada sente. Se por quem sofri, lágrima alguma 
derramou por mim.

 Ao menos tenho a convicção que estou vivo. 
Já é um alento.

(Cafúncio)

Migrando...


Recomeçar

Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.

E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.

Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.

És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.

(MIGUEL TORGA)

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Buracos negros ...



Nas reflexões necessárias à compreensão do homem, deparamo-nos com paradoxos que, de tão complexos, caberia ouvir de outras peles, suas impressões e experiências.
Porque será que o silêncio, o vazio, o nada e o nunca, são instâncias ou palavras que causam tanto estranhamento, despertando opiniões contraditórias acerca de sua aceitação e compreensão?
Tentarei reuni-las em uma sentença para que tentemos visualizar o sentido dessas palavras no conjunto.
...
Direi que o silêncio é um lugar vazio, um nada que nunca está, de fato, vazio. O silêncio é um vazio, cheio de significados, sons e palavras. Que verdade haveria nessa afirmação?
Talvez o contraditório não se aporte nas opiniões e sim nas palavras e justamente na inexistência de uma ‘verdade’ razoável na experiência de cada uma delas.
Do que estariam cheios os silêncios e os vazios?
Porque nos afligimos tanto diante da ameaça de senti-los e os experimentarmos?
O estranhamento e desconforto diante de ambas as experiências, decorreria do fato de que ambas denunciam nossa incompletude e a impossibilidade de preenchermos sozinhos, autonomamente, esses espaços? 
Ou seria o fato de nos percebermos, supostamente, dependentes de um outro como a instância que ‘ocuparia’ e preencheria esses espaços?
O que pensa sua pele?
Quais as experiências sua pele poderia partilhar do silêncio e do vazio, do Nada e do Nunca?
...
(Mai)

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Inseri este post (faça dois cliques no nome do post para saber a origem) sem autorização da bloguista (que espero me autorize tacitamente. Se não, decerto que o retirarei).
Presto a minha reverência a esta psicóloga e pedagoga, que chegou ao meu conhecimento através de uma amiga).
"Faça o favor de ser feliz"