domingo, 29 de março de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
Pensamento
"Um dia..."
quinta-feira, 26 de março de 2009
Fim de hibernação.. e ... matanças
Matanças ...
CAÇA DE FOCAS
Recomeço da temporada gera protestos
O recomeço da temporada de caça de focas no Canadá está a gerar imagens chocantes, como esta,de pescadores canadianos juntando as peles dos animais mortos.
Organizações de defesa dos animais continuam a contestar a prática, que só este ano deverá implicar a chacina de 280 mil focas indefesas.
A UE pondera proibir a venda de produtos derivados da caça das focas e a Rússia já anunciou que irá proibir estas acções no seu território, embora só dentro de um ano se aplique a moratória.
quarta-feira, 25 de março de 2009
De poetisa... para poetisa
Descobre os amanhãs que estão por vir!
Relembra a solidão – esse aconchego
Lá no fundo de ti, esse sossego –
Retoma essa ilusão do teu sentir…
É esse o teu caminho! É só sorrir…
É tocar mais além, onde eu não chego,
É este imenso e estranho desapego
Das plantas que se dão, sempre a florir!
Encontra a tua paz, o teu caminho…
É lá, dentro de ti, que está o ninho
Onde tudo começa. O original.
Encontra a luz que trazes, porque és brilho,
E ilumina a vida a cada filho
Que nasça desse encontro ocasional…
( Maria João Brito de Sousa )
Des...governo !!!

Não sei quantos seremos, mas que importa?
Um só que fosse e já valia a pena,
Aqui na terra, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena.
Não podemos mudar a hora da chegada
Nem tão pouco a mais certa, a da partida,
Mas podemos partir à descoberta,
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto:
Esta mentira quotidiana
E triste
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga
terça-feira, 24 de março de 2009
Riqueza Franciscana...
O que diria São Francisco de Assis da reforma do padre Vítor Melícias? Soltava provavelmente o palavrão que conteve mesmo quando peregrinava descalço por esse tortuoso mundo fora.
Mais de sete mil euros por mês é obra. Obra do Montepio Geral, da Misericórdia de Lisboa, do Serviço Nacional de Bombeiros e de outros organismos que entregaram ao excêntrico franciscano responsabilidades “acima de director-geral”. Teve de penar, portanto.
Mas está satisfeito. Ao Correio da Manhã garantiu que a reforma é aceitável, embora tenha “confessado” que não é rico. Faltou-lhe apenas reconhecer, na minha modesta opinião, que é pobre.
Seja como for, vamos recordar o comentário de um grande amigo de Melícias, à data primeiro-ministro de Portugal, estimado António Guterres. Disse então, enquanto se desatolava do pântano, que os portugueses são invejosos.
Não terá Guterres cuidado das boas razões que diariamente legitimam os pecados deste povo. Quando um padre franciscano ganha 7450 euros de reforma num país com o salário mínimo fixado em pouco mais de 500, esperava o agora Alto Comissário para os Refugiados que o povo fosse o quê? Abnegado?
Se eu fosse um homem rico...
"Um dia..."
- Um dia...
Entre um dia após outro,
entre uma "bica" ou um "cimbalino",
adocicando o meu café diário,
Nicola, resolvi seguir essa máxima
de continuar o teu projecto:
"Um dia..."
Para compreender melhor a minha "vida",
Para amenizar os "meus dias",
segunda-feira, 23 de março de 2009
Ansiedade ...
A ansiedade é um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças. O medo é a resposta a uma ameaça conhecida, definida; ansiedade é uma resposta a uma ameaça desconhecida, vaga.
A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente danosas, como punições ou privações, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal, tanto física como moral. Desta forma, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas conseqüências. Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais e auto-limitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são os meios de se preservarem.
A ansiedade é normal para o bebê que se sente ameaçado se for separado de sua mãe, para a criança que se sente desprotegida e desamparada longe de seus pais, para o adolescente no primeiro encontro com sua pretendente, para o adulto quando contempla a velhice e a morte, e para qualquer pessoa que enfrente uma doença. A tensão oriunda do estado de ansiedade pode gerar comportamento agressivo sem com isso se tratar de uma ansiedade patológica. A ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade e do significado da vida. A ansiedade patológica, por outro lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade, atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação.
Deixei passar ...
sexta-feira, 20 de março de 2009
Equinócio - Fim de hibernação...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Um bom "fim de semana"
sábado, 10 de janeiro de 2009
Em pensamento .... Despedida...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Sonhos esquecidos ...

Os homens têm medo de realizar seus maiores sonhos porque acham que não o merecem, ou não vão conseguir!
Mas o medo não é uma coisa concreta. Ele está em seus corações!!
Os corações morrem de medo só de pensar em amores que partiram para sempre... Em momentos que poderiam ter sido bons e não foram...
Quando isso acontece, acabamos sofrendo muito e o coração tem medo de sofrer.
Mas o medo é pior que o próprio sofrimento.
Nenhum coração jamais sofreu quando foi em busca de seus sonhos, porque cada momento de busca é um momento de vida, de energia, de encontro com Deus e com a eternidade.
Então... Ouça seu coração!
Ninguém consegue fugir dele.
Por isso, é melhor escutar o que ele fala para que não venha um golpe que você não espera, porque você jamais vai conseguir mantê-lo calado.
Mesmo que finja não escutar o que ele diz, ele estará dentro do seu peito, repetindo o que pensa sobre a vida e o mundo...
O dia inteiro...
O tempo todo...
Ainda bem!
Por isso, ouça o seu coração!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Tenho que perder "peso" !!!
Coração de Pedra
Oh, quanto me pesaeste coração, que é de pedra!
Este coração que era de asas
de música e tempo de lágrimas.
Mas agora é sílex e quebra
qualquer dura ponta de seta.
Oh, como não me alegra
ter este coração de pedra!
Dizei por que assim me fizestes,
vós todos a quem amaria,
mas não amarei, pois sois estes
que assim me deixastes, amarga,
sem asas, sem música e lágrimas,
assombrada, triste e severa
e com meu coração de pedra!
Oh, quanto me pesa
ver meu próprio amor que se quebra!
O amor que era mais forte e voava
mais que qualquer seta!
(Cecília Meireles)
Agora ... e durante !!!

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro, sua incoerência,
seu ódio - e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, pra onde?


