sábado, 17 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
Prezo as mulheres !!! Porquê isto??
Abdel-Qader Ali não tem dúvidas: o mínimo que a filha merecia era morrer. O crime da rapariga de 17 anos? Ter-se apaixonado por um dos 1500 soldados britânicos estacionados na cidade iraquiana de Baçorá. "Se eu soubesse no que ela se ia transformar, tê-la-ia matado logo que a mãe a deu à luz", garantiu este funcionário público xiita, numa entrevista ao semanário britânico The Observer. >>>>>
(Clique no título, para saber a origem e ler o texto completo)
Pensamentos Ocultos
"Mais do que morrer sozinho, o grande medo é viver sozinho e envelhecer como tal."
Saíu-me esta frase num comentário a um outro blog e ... gostei ... no imediato fez e faz todo o sentido. Morrer é um momento mais ou menos doloroso ... mais penoso se for na solidão. Viver sozinho e persistir como tal, talvez por opção, talvez por assim se preferir ao invés de não viver, sofrivelmente acompanhado, acaba por ser morrer todos os dias um pouco, lenta e sofridamente. Enquanto jovens esta ideia pode ser mais ou menos dissimulada e salpicada de outros matizes ou camuflada de...
interesses vários e dispersos, de preferência com o propósito de não parar para sequer pensar nisto : "_Estou sozinho mas estou bem e assim quero continuar!". Mas os anos passam e as faculdades físicas e mentais poder-se-ão perder no tempo, pouco a pouco, deixando-nos a irremediável sensação de que não podemos tudo. Envelhecer é o que realmente me assusta e entristece. Envelhecer sozinho aterroriza-me a ponto de ficar fisicamente indisposto. A ideia desta evidência ser muito provável nos tempos do Homem actual deixa-me em agonia, na certeza de que a morte poderia surpreender-me antes do fim dos tempos, apanhar-me de surpresa mas sem dor, imiscuir-se no silêncio sem se permitir a ser consciente ... absolutamente letal e apagar-me desta espécie de vida numa fracção de segundo. Num espaço de tempo óptimo ( não para já, claro!), seria bem-vinda ou, pelo menos, o menos pesaroso dos males. Mais do que a dor da morte, o que não me agrada mesmo é a dor de uma vida que não é a nossa, a sensação de fraude, de insuficiência, de frustração por não nos terem consultado sobre o que queríamos quando nos colocaram neste espectáculo animado, neste palco que afinal, não raras vezes, é apenas uma galeria das traseiras. Quem me conhece sabe que eu quero o palco e não um palco qualquer
...
Talvez esteja a ser muito egoísta, admito que sim, até porque nada me agride mais que a morte de pessoas queridas ...
No fim, não seremos todos verdadeiramente egoístas?! ... no fim último, não estaremos todos muito sós?! ... no fim, não bebemos todos da prisão dos nossos infernos pessoais?! ...
Brama
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Bem haja amigo. Não comentei o texto acima, apenas resolvi dar-lhe relevo por ser tão consentâneo com as longas horas que passo pensando no assunto.
(Clique no título "Corrida para a solidão" para ver a origem deste texto e apreciar os diversos temas
deste blogue >> Lava Flow <<> incorporado nos meus "blogues amigos")
terça-feira, 29 de abril de 2008
Vou voar contigo ...

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Ref: Escrito por Adelia Ester
( http://shekynah.blog.uol.com.br/arch2007-02-18_2007-02-24.html )
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Citações - Palavras lançadas ao vento
segunda-feira, 28 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
***** OVIBEJA *****

Vendinha (Redondo), 09 Abril 2008. (Foto: Nuno Veiga) >>> (Clique em "Cá do Alentejo" para ver a origem da foto)
Beja: Ovibeja arranca sábado para mostrar "Todo o Alentejo deste mundo"
Mais de 300 mil visitantes são esperados na 25ª Ovibeja, o maior certame agro-pecuário do Sul do País que arranca sábado, em Beja, com cerca de mil expositores para mostrar "Todo o Alentejo deste mundo".
(Clique no título do artigo, para o ler em completo)
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Desencontros e Reencontros !!!

Reencontro
Olhamo-nos
e não acredito
no que vejo!
O nosso reencontro!
O teu sorriso tocou-me,
relembrou o meu passado
fez brilhar o meu presente,
como um sol risonho!
Ouvimo-nos:
a tua voz
deixou-me em sonho!
Falei-te sobre a vida,
entendeste-me
e voaste por aí…
Não sabia o teu rumo
e com saudades fiquei.
A tristeza
invadiu meu corpo,
mas olhando o céu
a alegria
percorreu meu corpo,
voavas para junto de mim.
Não haverá mais reencontros!
Renasceram os encontros …
Por: José Manuel Brazão
(Clique na palavra "Reencontro" para conhecer a origem do poema)
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Escolhas
Muito obrigado por me terem dado a conhecer este lindo blogue.
Os posts são lindos e o grafismo e as apresentações são estupendas.
Dignas até de serem copiadas e inseridas no meu blogue
(com a devida referência).
Descobri mais um ponto de encontro.
De delicadeza e amizade.
Bem hajam.
(Cliquem no link Doce Tere, para conhecerem este lindo blogue)
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Você é o fruto das suas escolhas
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Aos meus netos !!!
(Acrílico s/ Tela -Dimensões (cm): 50 x 70 - carregue no link "Fadinha da Alegria)
Sou pequenininho,
Do tamanho de um botão,
Trago o papá no bolso
E a mamã no coração.
O bolso descoseu-se...
O papá caiu no chão...
Peguei nele com jeitinho
E pu-lo no coração.
Eu te amo !!
Não te amo mais.
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais...
Agora leia do fim para o princípio e perceberá o que é um verso palíndromado....
( http://soflor.blogs.sapo.pt )
terça-feira, 8 de abril de 2008
Luz da minha vida !!!
Hoje resolvi render uma pequena homenagem a uma amiga -
a "Mafaldinha".
Depois de ler um post seu, fiquei sem saber como a definir:
- Criança;
- Criança > Mulher;
- Mulher > Jovem.
Acho-a agora: Simplesmente "mulher"
- apesar "da tenra idade";
- apesar "do amor desmedido";
- apesar "da atitude adulta";
- apesar de "tudo"!!!
Abriu-se aos meus olhos "um novo capítulo da sua vida".
Mafaldinha .... faz-nos o favor de seres feliz
(Nancy Vieira e Rui Veloso >> Pára de chorar)
segunda-feira, 7 de abril de 2008
"À grande e à francesa"

passou a ser de todos os nós, a pertencer ao imaginário romântico
de todos aqueles que ainda acreditam no amor e se inspiraram
nos grandes clássicos.
Confesso que a primeira vez que a visitei, não senti qualquer
apelo ao romance. Nessa altura desconhecia, por completo,
o significado da expressão , que dizer então do estado de espírito.
Um regresso inesperado, catorze anos depois, não soube a
repetição, mas a descoberta: a descoberta do porquê do
fascínio global com aquela cidade; a descoberta de uma
atmosfera de cultura, charme e inovação que veio contrariar
toda um teoria preconceituosa e infundada de que a França
permaneceu amarrada a uma glória do passado, injustificada
nos dias de hoje; a descoberta de mais uma
cidade onde poderia viver e sentir-me viva.
>> publicado por Rit@ às 20:58 ( http://omundodachapa.blogs.sapo.pt/250111.html )
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Que dizer!! É sempre bom voltar! E tudo se define nos versos abaixo
As Palavras...........
Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado.
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
(Alexandre O"Neill)
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E até no "paradoxal"
PETIT RASTA* (Mr Roux)
sexta-feira, 28 de março de 2008
"Amo-te" e "desamo-te" !!!
Mais uma vez, veio uma “luz” do blog “ Da planície ”,
com o título acima (inserido em link), que me fez
lembrar um pequeno conto,
que tenho tido arquivado no meus ficheiros “word”,
à espera que alguém me fizesse retirar o mesmo
da poeira do baú.
*****
Aqui vai:
A Sereia das Pernas Tortas
Era uma vez uma mulher que tão depressa era feia
como era bonita, as pessoas diziam-lhe:- Eu amo-te.
E iam com ela para a cama e para a mesa.
Quando era feia, as mesmas pessoas diziam-lhe:- Não gosto de ti.
E atiravam-lhe com caroços de azeitona à cabeça.
A mulher pediu a Deus:- Faz-me bonita ou feia de uma vez por todas
e para sempre. Então Deus fê-la feia.
A mulher chorou muito porque estava sempre a apanhar
com caroços de azeitona e a ouvir coisas feias.
Só os animais gostavam sempre dela, tanto quando era bonita
como quando era feia como agora que era sempre feia.
Mas o amor dos animais não lhe chegava.
Por isso deitou-se a um poço. No poço, estava um peixe que comeu
a mulher de um trago só, sem a mastigar.
Logo a seguir, passou pelo poço o criado do rei, que pescou o peixe.
Na cozinha do palácio, as criadas, ao arranjarem o peixe,
descobriram a mulher dentro do peixe.
Como o peixe comeu a mulher mal a mulher se atirou
e o criado pescou o peixe mal o peixe comeu a mulher e
as criadas abriram o peixe mal o peixe foi pescado pelo criado,
a mulher não morreu e o peixe morreu.
As criadas e o rei eram muito bonitos.
E a mulher ali era tão feia que não era feia.
Por isso, quando as criadas foram chamar o rei
e o rei entrou na cozinha e viu a mulher,
o rei apaixonou-se pela mulher.- Será uma sereia ?
– perguntaram em coro as criadas ao rei.
- Não, não é uma sereia porque tem duas pernas,
muito tortas, uma mais curta do que a outra
– respondeu o rei às criadas.
E o rei convidou a mulher para jantar.
Ao jantar, o rei e a mulher comeram o peixe.
O rei disse à mulher quando as criadas se foram embora:
- Eu amo-te.
Quando o rei disse isto, sorriu à mulher e atirou-lhe com
uma azeitona inteira à cabeça.
A mulher apanhou a azeitona e comeu-a.
Mas, antes de comer a azeitona, a mulher disse ao rei:
- Eu amo-te.
Depois comeu a azeitona. E casaram-se logo a seguir no
tapete de Arraiolos da casa de jantar.
(Adília Lopes)
quarta-feira, 26 de março de 2008
Foi aqui que tudo começou !!! (1980)
(Another Brick In The Wall - Pink Floyd)
PS: Contudo, "nem tanto ao mar, nem tanto à terra" !!!
terça-feira, 25 de março de 2008
Cada vez percebo menos as mulheres!!!
Estive eu a gastar "latim", a apurar-me a encontrar uma cantiga
que não ofuscasse o poema da "Fatima Ayache" (post anterior) e.......
Agora aparece-me "esta" a estragar "tudo"
(E eu a dizer que aqui no nosso rincão isto do Ensino andava mal)
Ken Lee .... sem ti.
(Caso o vídeo não funcione, clique no link que se segue
>>> http://www.collegehumor.com/video:1807236 )
domingo, 23 de março de 2008
Sempre Presente !!!
Nada mais contraditório do que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração,
age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia
e transmite cada uma delas, num único olhar.
Que cobra de si a perfeição
e vive arrumando desculpas
para os erros daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas,
dá a luz e depois fica cega,
diante da beleza dos filhos que gerou.
Que dá as asas, ensina a voar
mas não quer ver partir os pássaros,
mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito,
ainda que seu amor
nem perceba mais tais detalhes.
Que como uma feiticeira
transforma em luz e sorriso
as dores que sente na alma,
só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte,
pra dar os ombros
para quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia
souber entender a Alma da Mulher!
(Fátima Ayache )
quarta-feira, 19 de março de 2008
Dependência e Vulnerabilidade !!!
dorme quando deita, compreende quando reflete, aceita-se e
aceita a vida como ela é.
Há quem diga que felicidade depende, antes de tudo,
de bastar-se a si próprio; de não depender de ajuda,
de opinião e, sobretudo, de não se deixar influenciar por ninguém.
Será mesmo? Você pode imaginar uma pessoa assim?
Lao Tzé dizia: “Grande amor, grande sofrimento;
pequeno amor, pequeno sofrimento; não amor, não sofrimento”.
Pode imaginar você um homem sem paixão, sem desejos?
A felicidade, entendida assim, não seria apenas um engôdo,
algo contra a natureza humana? Evidentemente!
Sem amor, sem paixão, que sentido teria a existência?
A felicidade é proporcional ao risco que se corre.
Quem se protege contra o sofrimento, protege-se contra a felicidade.
Quem se torna invulnerável, torna sem sentido a existência.
O homem feliz aceita ser vulnerável, mesmo pondo em risco sua
própria felicidade.
É a condição do amor e de todas as relações humanas,
sem o que a vida não teria sentido.
(Jean Onimus)



