quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

“Como o mundo seria maravilhoso”

Louis Amstrong – “What a wonderful world”



Para isso:

Bastava-me

Não me prometas a lua, quando apenas podes abrir a janela na noite fria, e dar-me o luar.
Não me prometas o sol, quando apenas me podes dar o calor do teu corpo e dos teus lábios.

Não me prometas o mar, quando apenas me podes molhar com o teu suor e me mostrar onde reside a verdadeira imensidão.

Não me prometas o ar, quando o meu oxigénio é apenas o teu corpo e a tua alma nus.

Não me prometas os frutos mais doces, quando só a tua presença adoça os meus tristes dias.

Não me prometas a flor mais bela, quando a verdadeira beleza reside na inocência do teu olhar.

Não me prometas o mundo, quando apenas um quarto, uma sala, um jardim, uma praia me bastam.

Não me prometas amor eterno

porque um único momento bastaria para eu provar a felicidade plena.


(http://secretamentetua.blogs.sapo.pt/ )

“To whom it may concern”

“Foi feitiço” (André Sardet)








Novo Amor; o amor do novo.
É, amor, a vida é dura. Eu sei. Por quantos cantos mais caminharei? Em quantas galaxias mais viajarei? Só nos resta prosseguir a estrada, só nos resta subir a montanha do vale da morte. Por sobre abismos atravessar. A vida é dor, eu sei, Amor. Velhos sabios já diziam: é necessário o caos para dar luz a uma estrela cintilante; é necessário atravessar o abismo, mesmo sendo perigoso, bambear e cair. Campos de neve, vejo bem. Meus sonhos me contam coisas inacreditaveis meu bem, e os seus também. É um mar de ondas que nos segue. Eu peço um barco, será que ele vem? Segure firma na escada da vida. Suba, sempre. Suba sempre. Segure firme. Te protegerei. Entre o choro e o risco há sempre algo sagrado. A vida sempre brilha, ela iradia Deus em cada canto, em cada raiar de dia. E novas manhãs trazem sempre novos frutos, e novos dias, mesmo que dolorosos, são sempre maravilhosos.

in “Lux et VolupTas

Vincent (Van Gogh)

Não sou entendido em pintura, nunca me debrucei sobre essa arte.
Mas, gosto imenso de música.
Em tempos, tinha recebido em forma de “powerpoints” uma
apresentação fotográfica de quadros de Van Gohg,
com uma música que foi dedicada ao pintor,
criação de Don McLean.

A minha filha mais nova, chamou-me à atenção para
a referida apresentação,desta vez em vídeo,
que se encontra no YouTube.

“"Somente a criatividade nos aproxima da divindade; 
e o artista, o poeta, é criador. Longa vida à arte! 
Ela apenas nos eleva acima da terra e nos torna dignos do céu."

W. H. Wackenroder,
in “Lux et VolupTas
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Vincent (Starry Starry Night) - Don McLean



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Tempo

"Mortos Vivos em Townie City"

O que somos nós que nos dizemos livres?
Uma caricatura induzida de liberdade,
Uma alucinação coletiva de um modo de "ser-no-mundo"?
Uma marionete livre dentro do espetáculo?
Sobreviva até a velhice,
Humanisticamente inumano
Solte um grito de catarse possuído
Só mais uma parte do espetáculo definido
Nada parece se encaixar na era da modernidade
Tudo é tão fluxamente estático
Que chegamos realmente a achar que a roda gigante gira,
Que o rio flui e o que o novo presidente vai mudar as coisas,
Enfim, achamos até que somos livres,
Afinal, "livres", até achamos que somos!
!Achamos que sobreviver é viver
Sobreviver, é perder a chance de viver
E viver, é perder o direito de sobreviver,
Pelo menos aqui, em "Mortos Vivos em Townie City"

in “Lux et VolupTas

sábado, 8 de dezembro de 2007

Gente ... "Longe do mundo"



(Sara Tavares >> Longe do mundo)


Pelas estradas da vida muito conheci...
Deparei-me com pessoas que pareciam pequenas mas,
no entanto, se fizeram grandes dentro do meu peito...
Conheci outras, porém, que se faziam de grandes
e no fundo eram pequenas demais...
A estas faltava a luz necessária, esta...
Oriunda dos grandes guerreiros...Sim, deles!
Gente que se dispõe a brigar pela vida.
A correr atrás, como dizem, a buscar seus objetivos,
gente que busca ser feliz e briga por ser...
Gente que não liga para que o vizinho fale, e,
aprende logo, a escutar seu grande amigo, o seu próprio coração...
Gente que pode até mesmo cair, mas sabe se levantar...
E o faz com tanta elegância que muitos nem percebem a sua queda...
Gente que constrói um mundo ao seu redor e se torna líder.
É amado por muitos, às vezes, até mesmo por aqueles a quem não vê...
Gente que sabe o que quer dizer as palavras: amigo, gratidão, amor...
Gente que faz o seu próximo sorrir e nunca chorar;
que sabe ser acalento às dores e, não a provocá-las.
Gente que sabe o valor das pequenas coisas,
que passa pela vida e deixa saudades.
Que é amado, que tem quem cuide de si e se preocupe...
Gente que sabe viver um grande amor, que sabe se entregar sem limites...
Que de uma linha simples faz um lindo verso...
Gente que vem para mostrar o caminho e não ser ditador de almas...
Que permite aos outros serem como são; não se importando com suas vidas...
Mas estando prontos a dar-lhes as mãos...
Não esperando que lhe seja pedido, mas sempre indo ao encontro destes...
Gente que sabe o peso de ser chamado de “amigo”,
de “meu amor”, de “poeta”...Enfim, gente que é gente!...
Que é simples no contexto e revela aos outros
o quanto é grande para cada um...
Porém, esta “gente” só existe certamente, porque nunca;
em tempo algum, foi em sua trajetória, covarde!
Principalmente, pessoas covardes de si mesmos, deixando de serem felizes,
simplesmente para parecerem fortes!...
A você que é gente, meu aplauso...
A você que é covarde minha lágrima...
Mas com a esperança que um dia possa lhe chamar de "grande".

>>Paulo Nunes Junior SP Brasil

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

“Scrat” ( O esquilo desastrado) !!





Artigo: “Mais uma do Serviço de Finanças do Terreiro do Paço” (em “O Jumento”)

Ao inserir no artigo acima mencionado algumas fotos do Scrat (o esquilo de “Idade do Gelo 2”), fez-me voltar a admirar tal “figuraço” , que comete deslizes devido ao “quem tudo quer, tudo perde”.

Alguém comentava há tempos sobre ele, neste modo:

“Abro este tópico para homenagear aquele que é o meu maior exemplo de vida: Scrat, de A Era do Gelo. Grande modelo de conduta, Scrat nos mostra que jamais devemos desistir dos nossos objetivos. Por piores que sejam as adversidades. Sua peleja e cruzada pessoal em busca da sua noz, superando todos os obstáculos, por maiores que eles sejam, é para nós exemplar e invejável... e nos dá coragem para nunca desistir daquilo que buscamos”

Sem dúvida, que também é um dos meus heróis, que me deixa a pensar nas “mudanças” que há que fazer na continuidade dos meus dias.

PS: Decerto, concordarão comigo depois de verem o vídeo acima.

Sózinho




“O mundo não é senão o teatro da escravidão; a solidão é o verdadeiro campo da liberdade”


Desconheço quem o disse, mas reflecte muita da solidão que impera por aí (especialmente nos grandes centros urbanos).
Muiras vezes dou comigo numa solidão (espiritual) profunda. Estou no meio duma multidão (bem acompanhado até) mas totalmente absorto (vulgo, no mundo da lua) e, sentindo que o que se passa é apenas uma sensação de solidão, de falta de comunhão de ideias. Olho para a gente que passa e procuro em algum olhar uma solidão idêntica, uma alma sofredora do mesmo mal (e, posso dizer, que não sou sozinho neste aspecto).
Fico pensando nos “porquês” e não consigo encontrar resposta precisa. Não é infelicidade, apenas a vontade de ser compreendido na maneira de pensar, na minha maneira de ser. Que o meu espirito me proteja e os meus pensamentos sejam sãos. E que eu possa ser sózinho, à minha maneira.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

"Coisas Pequenas" nem sempre são ... pequenas coisas!!

Madredeus >> Coisas Pequenas





Pequenas coisas:

Até hoje tenho-me limitado a inserir pequenas coisas baseadas no conceito de "coisas que eu gosto", algumas retiradas de blogues amigos (desculpem se, por vezes, eu esquecer de os mencionar), outras de diversos sítios mas que, devido ao seu conteúdo, me dizem muito. Por isso, são antes "coisas pequenas" mas com um grande valor de estimação ou de recordação.

Sou simplesmente alguém que sempre esteve "ocupado" com o trabalho e que descurou passar para escrita toda a sua vivência. Limitei-me a ser "trabalhador" e a deixar-me "ser trabalhado". Hoje, desocupado, quero libertar-me desses estigmas e de certas "amarras" . Tentar ser EU, no mais completo senso da palavra.

Quero me redimir de "erros" passados em que permiti "ser manipulado" constantemente e, sobretudo "engolir" as minhas ideias e opiniões pessoais, exceptuando no domínio profissional. Tornei-me, pois, uma figura, de certo modo, "apagada", muito pouco "senhor do meu nariz".

A" mudança", a efectivar, vai ser penosa e prolongada. Terá que saltar imensas "barreiras", uma verdadeira corrida de obstáculos. Nada pior na vida de um homem que o "amarrotar" das ideias e o "aviltamento" de ideais.

Não são coisas pequenas e, muito menos "pequenas coisas". É tudo grande, de imenso valor, especialmente a consecução de objectivos. Estaremos cá para ver!!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

“Fazes muito mais que o SOL” !!

Tiago Bettencourt & Mantha - Canção Simples



Confiança....

O que é bonito neste mundo, e anima,
É ver que na vindima
De cada sonho
Fica a cepa a sonhar outra aventura...
E que a doçura que se não prova
Se transfigura
Numa doçura
Muito mais pura
E muito mais nova...


(Miguel Torga)

( http://www.vidaslusofonas.pt/miguel_torga.htm )

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Será que “as pontes” são uma “Lusitana Paixão ??

E... por falar de "Pontes" !!



Será que isto de "Pontes" é mesmo uma Lusitana Paixão??



*****









Dulce Pontes : Lusitana paixão

Música: José da Ponte; Jorge Quintela

Letra: José da Ponte; Fred Micaelo



Fado

Chorar a tristeza bem

Fado adormecer com a dor

Fado só quando a saudade vem

Arrancar do meu passado

Um grande amor



Mas

Não condeno essa paixão

Essa mágoa das palavras

Que a guitarra vai gemendo também

Eu não, eu não pedirei perdão

Quando gozar o pecado

E voltar a dar a mim

Porque eu quero ser feliz

E a desdita não se diz

Não quero o que o fado quer dizer


Fado

Soluçar recordações

Fado

Reviver uma tal dor

Fado

Só quando a saudade vem

Arrancar do meu passado um grande amor



Mas não condeno essa paixão

Essa mágoa das palavras

Que a guitarra vai gemendo também

Eu não, eu não pedirei perdão

Quando gozar o pecado

E voltar a dar a mim

Eu sei desse lado que há em nós

Cheio de alma lusitana

Como a lenda da Severa

Porque eu quero ser felizE

a desdita não se diz

O fado

Não me faz arrepender

Pontes (mas, não de pedra e cal) !!


Mais de um terço do próximo ano será para descanso

Paulo Baldaia

O ano que agora vai acabar, por caprichos do calendário, teve quatro feriados em dias de fim-de-semana - no caso do Porto teve cinco, porque o São João foi também a um domingo. E houve igualmente dois feriados a uma quarta-feira - em Lisboa, contando com o Santo António , foram três -, o que não facilitou o gozo da "ponte".

No próximo ano (2008), por ser ano bissexto, haverá mais um dia de trabalho (29 de Fevereiro), mas haverá igualmente mais dias de descanso. A distribuição dos feriados com data fixa pelo calendário dá mais dois dias de descanso a quem, parando sempre ao fim-de-semana, tem o São João como feriado municipal e mais um a quem festeja o Santo António.

São João à terça-feira

Em 2007, houve dois feriados ao domingo e dois ao sábado e em 2008 volta a haver dois ao domingo (a Páscoa é sempre ao domingo), mas apenas um ao sábado. Para quem vive no Porto, ou noutro qualquer município que festeje o São João, o feriado que foi este ano a um domingo será, desta vez, numa terça-feira.

As grandes "pontes", acessíveis apenas a alguns, é que não vão existir em 2008. Feriados a meio da semana (quarta-feira) foram dois este ano e não haverá nenhum no próximo ano.

O dobro das "pontes"

O calendário de 2008 é, sobretudo, amigo de quem gosta de fins-de-semana prolongados. Os feriados à sexta ou à segunda, ou seja, encostados ao fim-de-semana, foram apenas três em 2007, mas no próximo ano serão cinco no Porto e seis em Lisboa. Para quem pode fazer "pontes", com feriados à terça ou à quinta, a situação inverte-se. Ganha o Porto. Houve três "pontes" em 2007 e haverá sete em 2008. Lisboa terá menos uma.

É na arte de fazer ""pontes"", portanto, que os portugueses podem marcar a diferença no próximo ano em relação a 2007. Há o dobro das "pontes" para fazer.

Descontando a "ponte" que pode já ser feita, antecipando a entrada no Ano Novo (terça-feira), mas fazendo contas às restantes seis (cinco em Lisboa), juntando-lhe os cinco (seis em Lisboa) "encostos" ao fim-de-semana, mais os restantes fins-de-semana e os 22 dias de férias, os portuenses vão poder descansar 144 dias em 2008. Sem mais percalços, só vão sobrar 222 dias de trabalho. Lisboa terá menos uma "ponte" e, portanto, mais um dia para trabalhar.

Tentativas falhadas de mudar feriados

O problema do excesso de feriados em Portugal e da quebra de produtividade com o frequente recurso às "pontes" há muito que foi identificado e até já houve quem tentasse mudar a data dos feriados para evitar essas pontes.

Quando Cavaco Silva era primeiro-ministro enviou para Belém um diploma nesse sentido, mas o presidente Mário Soares vetou a iniciativa.

Cavaco em São Bento ficou também na memória dos portugueses por ter dado ordens à Função Pública para trabalhar na terça-feira de Carnaval, que até não é feriado oficial. A ordem do Governo foi uma vez sem exemplo. Nunca mais se voltou a pôr em causa um feriado que não existe.

Com Bagão Félix, ministro do Trabalho e da Segurança Social, voltou a falar-se em alterar os feriados, mas como houve de novo polémica, o assunto voltou a morrer nas páginas dos jornais.

No início deste ano, o assunto voltou a ser discutido. O presidente Cavaco Silva estava de visita à Índia e ouviu um empresário português sugerir que os feriados fossem "transferidos para as segundas e sextas-feiras". Cavaco sorriu e lembrou aos jornalistas a tentativa falhada que tinha feito quando era chefe do Governo. Nessa viagem estava também o ministro do Trabalho, Vieira da Silva, que rapidamente esclareceu não haver "nenhum projecto em cima da mesa nesse sentido".

O Executivo não quer debater o assunto, mas os empresários há muito que pedem alterações para aumentar a produtividade, mas continua tudo na mesma. Portugal é, entre os países da União Europeia, dos que mais tem feriados.

0 Feriados à quarta-feira

Em 2007 houve dois feriados à quarta-feira (três em Lisboa com o Santo António). E em 2008 não haverá nenhum

7 "Pontes"

Este ano houve quatro "pontes" (feriados à terça ou à quinta). No próximo ano, o Porto terá sete (o São João é à terça) e Lisboa seis

6 "Encostos" ao fim-de-semana

Em 2008, Lisboa terá seis feriados à segunda ou à sexta e o Porto terá cinco

3 Fim-de-semana

Em 2008, haverá dois feriados ao domingo e um ao sábado

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

FLORBELA ESPANCA



Ser Poeta (Perdidamente)
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
E é seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

PS: Adoro a versão cantada pelo Luis Represas (Trovante) mas, para variar, segue o vídeo na criação de Nuno Guerreiro (Ala dos Namorados) acompanhado por Sara Tavares.

Alguns se..s:




Não se acostume com o que não o faz feliz,

revolte-se quando julgar necessário.

Alague seu coração de esperanças,

mas não deixe que ele se afogue nelas.

Se achar que precisa voltar, volte!

Se perceber que precisa seguir, siga!

Se estiver tudo errado, comece novamente.

Se estiver tudo certo, continue.

Se sentir saudade, mate-a.

Se perder um amor, não se perca!

Se o achar, segure-o!


sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Senhor do Tempo

O tempo vela meus sonhos.
Um mar me navega.
Revela um olhar distante.
Uma lua radiante.
Sou senhor do meu tempo.
Rabisco meus momentos,
fragmentos e flores colhidas
do porão do meu inconsciente.
Deixo o vento do amor me levar,
e uma brisa orvalhar de poesia
as fibras do meu coração.
Autor do texto : Roberto Passos do Amaral Pereira.
Imagem : ocafe.blogs.sapo.pt

Parapente no Alentejo (Alcaria Ruiva)

"Alentejo da minh'alma !!

Alentejo da minh'alma!!
Cada dia mais ...
Tão longe me vais ficando!!
*****
É como me dizia um amigo:
"Depois de morrerem os velhos,
Falta-nos a chama,
Aquilo que lá nos chamava,
Já não nos chama".

Me desculpa então!!
Alentejo da minh'alma!!
Tão longe me vais ficando!!

São casas vazias,
Portas e portadas
Fechadas.
São outros apelos, muita tentação.
Há os filhos, são os netos.
Há outra chama.
Acho, pois,
Justo o teu perdão.

Alentejo da minh'alma!!
Tão longe me vais ficando!!

E já, nem sequer,
Olho para trás chorando.

Me perdoa.
Alentejo da minh'alma!!
Tão longe me vais ficando!!

Voltem sempre !!

Aqui não se compra nada!!
Aqui nada se vende!!
Apenas se expressam
Ideias,
Coisas que eu gosto,
Sentimentos ...

Aqui não se vende nada!!
Voltem sempre!!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

"Os Putos"

Eis um “fado”, com criação de Carlos do Carmo, que eu gosto particularmente.
Graças a “O Jumento” tive o previlégio de tomar conhecimento das imagens que se seguem, dignas do “melhor documentário biográfico” (sem palavras):

Cirque du Soleil

Cirque du Soleil estreia em Lisboa espectáculo "Delirium"

A companhia de circo moderno canadiana "Cirque du Soleil" estreia em Novembro, em Lisboa, "Delirium", um espectáculo multidisciplinar de música, dança, imagem e artes circenses, anunciou hoje a promotora Everything is New.
"Delirium" estreará no Pavilhão Atlântico no dia 28 de Novembro na primeira de uma série de cinco apresentações até 02 de Dezembro naquela sala de espectáculos.

*****

Saltimbanco, o mais antigo espectáculo itinerante do Cirque du Soleil, apresentado pela primeira vez em 1992, é descrito pelo Cirque como uma celebração da vida.
Os seus criadores dizem que o desenvolveram como um antídoto contra a violência e o desespero tão comuns no século XX.
Saltimbanco oferece a sua própria visão da vida, plena de optimismo e alegria.
*****

Este espectáculo (Saltimbanco) serve de base para aquele que se apresenta em Lisboa (Delirium), criado para espaços grandes como o Pavilhão Atlântico. Pena é, que esteja tudo praticamente esgotado. Era, sem dúvida um espectáculo que eu iria adorar ver.

Seguem-se alguns momentos do Saltimbanco:

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Força curadora


A base da filosofia da Louise Hay


A auto-aprovação e a Auto-aceitação estão na base das mudanças positivas:

gostar de nós é um compromisso para a vida!

Os nossos pensamentos criam a nossa realidade -

o que acreditamos sobre nós e a vida, torna-se a nossa realidade;

O momento presente é o momento de poder -

é aqui e agora que podemos começar a mudar no sentido de maior consciência e felicidade pessoais;

Podemos (e devemos) libertar-nos do passado, perdoando o que for necessário -

o perdão abre caminho ao Amor

O Amor é a força mais curadora do mundo

Josh Rouse

Hoje estou numa de homenagens:

Ao Marco, do "Deep Silent Complete",
por me ter dado a conhecer e
a procurar sobre "Josh Rouse".
Bem haja por o ter mencionado na narrativa.
E para quem, como eu, se
encontrava na "incultura" aqui vai: